Na década de 60, o então candidato a prefeito, João Hércules. - pediu apoio ao senhor Francisco Rosa Ribeiro, o Chico Preto, que, na época , era comercante e influente lider na região das Sete Lagoas, Em troca, Chico Preto exigiu a abertura de 16 km de rodovia. pelo meio da mata, no espigão da fazenda do Sr Benedito Rosa, em linha reta, entre o Tocozinho e o Córrego Grande, fugindo dos gargalos e atoleiros da antiga estrada boiadeira, até então usada
segunda-feira, 6 de julho de 2026
GO-319 - alegria em espírito do Chico Preto, nosso saudoso pai
Na década de 60, o então candidato a prefeito, João Hércules. - pediu apoio ao senhor Francisco Rosa Ribeiro, o Chico Preto, que, na época , era comercante e influente lider na região das Sete Lagoas, Em troca, Chico Preto exigiu a abertura de 16 km de rodovia. pelo meio da mata, no espigão da fazenda do Sr Benedito Rosa, em linha reta, entre o Tocozinho e o Córrego Grande, fugindo dos gargalos e atoleiros da antiga estrada boiadeira, até então usada
quarta-feira, 1 de abril de 2026
Recordaçoes do Josě Brasil
Mané Bernado - mecânico de bicicletas, humorista, violeiro e amigo das crianças das Sete Lagoas
A energia do Deus numa chuva
O presença dos fenômenos naturais que compõe uma chuva nos revelam a presença de Deus.
A chuva nos traz paz, alegria e esperança de um futuro melhor. A chuva representa a vida, como o sol, para toda criação de Deus.
A energia de Deus pode ser notada na formação dos ventos, nos clarões dos relâmpagos, nos sons dos trovões e nas mudanças agradávelis da atmosfera e na transformação das culturas e plantações após uma sagrada chuva.
Experimente os arrepios da captação desta fantástica energia de Deus ao levantar os seus braços para o céu. Voce se sentirá tomado de grande emoçáo e estará cheio da forca de Deus.
sábado, 7 de fevereiro de 2026
No Cólégio Eleitoral, por mudança
15 de janeiro de 1985: há 41 anos, votei Tancredo Neves
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Cumprimentos a Ângelo Rosa pelo trabalho desenvolvido
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
Diretas-já muda cnoceito da representação de Quirinópolis
Passadas as eleições de 82 e com tres meses de mandato fui escolhido por unnimidade para o cargo de 1º Secretário da Mesa Diretora da ALEGO.
Porém, em Quirinópolis, nossos adversários perocuravam nos ridicularizar por não termos conseguido audiència para o prefeito Sodino Vieira com o governador Iris Resende Machado.
Era um estratégia do governador, receber os prefeitos para atender pedidos de obras só no segundo ano de governo, mas isso trazia enorme desgaste, pois o população começava a desconfiar da capacidade de seus representantes e nosssos adversarios sabiamm criticar com eficácia.
Consultei o prefeito Sodino se topava programar para 22 de janeiro de 1984, data do anivrsário da cidade, o primeiro comício regional pelas Diretas-Ja em Goiás, pois eventos asimm ocorriam em todo o país, exceto em Goiás, por uma deferencia do Iris, com o general João Figueredo, Presidente da República, com quem mantinha boa relação.
Com a concordância do prefeito, em menos de uma semana tinha confirmado a presença da 24 deos meus colegas deputados estaduais, 4 deputados feserais, os senadores Lázaro Barbosa e Mauro Borges, além do prtefeito de Goiânia, Nion Albernaz.
O convirte ao governador Iris Resende deixei em último lugar, quando toda imprensa goiana já estivesse convidada e já preocupava com sua posição. Eaperei que ele tomasse conbecimento do evento, antes de ser convidado.
Ao levar ao governador o convitte do prefeito Sodino Vieira e nosso, lembrei que ele ainda não tinha ido a Quirinópólis, nem recebido o prefeito em audiência no Palácio e que esse era um momento importante. Ele me olhoju firmenmente, pçarabenizou -nos pela iniacitiva, garantiu sua presença e já marcou a audiência, da qual tinha me referido. Foi um alívio para todos nós e o Prefeito levantou a pauta de reivindicções, que nela continha a construção do Conjunto Rio Preto.
A festa foi monumental. Comparceram 21 dputados estaduais, 4 deputaos feederais, os sensdores Lázaro Barbosa e Mauro Borges, o de prefeito Nion Albernaz, prefeitos e vereadoses da região e de várias cidades do Estado. Além do próprio Iris Resende, qjue estreou no palanque das Diretas-Já. A população que queria o fim do regime militar compareceu animada para gritar Diretas-Ja! A imprensa goiana marcou presença e a população compareceu em massa, como ocoria neste tipo de manifestação por todo o pais.
A repercussão do movimento foi ótima. Mudou o conceito da jovem representação de Quirinópolis. Iniciou-se assim um período de muitas conquistas para a cidade.
Foi um dia histórico para Quirinópolis e para Goiás.
- Início e Contexto: O movimento contra a ditadura militar teve uma das suas primeiras grandes expressões em um comício realizado em Goiânia em 15 de junho de 1983.
- Apoio Político: Goiás, sob o governo do MDB com Iris Rezende, alinhou-se às forças oposicionistas que buscavam a aprovação da Emenda Dante de Oliveira.
- Manifestações: A Praça Cívica em Goiânia foi um ponto focal da campanha, com artistas como Belchior participando de atos pró-eleições diretas na capital goiana em abril de 1984.
- Rejeição: Apesar da mobilização popular em Goiás e no Brasil, a emenda que garantiria as eleições diretas foi rejeitada em abril de 1984.
Quirinópolis, à parrtir do Córego Ágiua Limpa e da Fortaleza
Quirinópolis, a partir pelo Córrego da Ronda
Um explorador visionário
Custodio Lemos do Prado veio de Sâo Paulo para explorar a cruação de gado extensiva, em áreas ricas em pastagens naturais nas margens de afluentes dos Rio Paranaiba .
O explorador Custódio Lemos do Prado tinha uma mente aberta e planejava ações para desenvolver a região que acabava de ocupar. Oportunizou a chegada de outras famílias, com quem partilhou a exploração das pastagens naturais a beita dos manaciais da região.
Havia o perigo de posseiros por isso a necessidade de se vigiar dia e noite as terras conquistadas. Rondar continuamente , daí o nome Córrego da Ronda, o que era feito sob comando do próprio Custódio Lemos
A saga dis primeiros moradores da região
Pedro Gonçalves Rodrigues - Pedro Cecília, morador do Varjão, casou-se com Carlota Correa Neves,e tiveram os filhos Benedito Gonçalves Rodrigues e Maria Gonçalves Rodrigues que se tornou esposa de fazendeiro José Inácio. O filho apelidado Benedito Carlota casou-se com Olimpia Alves Gouveia, da regiuão de Santa Vitória-MG. Tiveram o filho Antonio Alves Rodrigues, que por su vez se casou com Maria Eduarda Inácio, filha de José Inacio. Depois disso, Benedito Carlota mudou- se para o Córrego dos Cavalos, próximo ao Lageado, onde criou suas filhas Dolina Alves Rodrigues que se casou com Jeronimo Martins da Silva, filho da pioneira Balduína Martins da Silva. A filha mais nova, Olina Alves Rodrigues veio a se casar com Francisco Rosa Ribeiro, o Chico Preto, neto do pioneiro Francisco Rosa de Morais.
Entre os que adquiriram terras na beira do Rio Paranaíba, destaca-se o Joaquim Machado, cujos descendentes são conhecidos como os Izidios - Joao Gonçalves Rodrigues ou Joao Izidio; Manoel Goncalves Rodrigues- o Manoel Izídio, que se imtsslou na regão do corrego Lajeado. Geraldo Goncalves Ridrigues - Geraldo Marreco, se intalou na regiao do ribeirão do Alegre.
São vários os irmãos Gonçalves Rodrigues espalhados por diversas localidades da região.
A construção do Porto de São Jerônimo
Ao que parece Custódio Lemos do Prado naõ desjava só para si os frutos do que descobira naquelas bandas o rio Paranaíba, na provincia de Goiaz. Ele tinha em mente ações para desenvolver a região que ocupou.
Tinha conhecimento de incentivos fiscais do governo federal para ocupação em massa dos solos da região. Tratou de fortalecer essa intenção governamantal. Como um visionário percebeu que os moradores de todo extremo o sudoeste de Goias encontravam grandes dificuldades de mobilidade, para deslocar seus produtos, inclusive pecúarios e buscar mercadorias principalmente do Triângulo Mineiro, devido a distância do Porto de Santa Rita do Paranaíba, hoje Itumbiara.
Para facilitar este trajeto, o Custódio Lemos do Prado construiu na margem do Rio Parnaíba, próximo a barra do Córrego da Ronda, diante da foz do Rio Saõ Jerõnimo, o Porto que por este fato foi denominado.
A vida difícil dos Rosa de Morais
Enquanto a maioria dos pioneiros optaram por áreas de campos abertos ou varjões para a criacao de gado, os irmãos Francisco Rosa de Morais, Maria Rosa de Morais e Porfírio Rosa de Morais ocuparam areas da região das Sete Lagias, sobretudo nas margen dos córregos Fundo e Grande, onde predominava o latosolo vermelho ou rioxo e a vegetaçao de cerradões ou mata atlãntica. Esta tambem foi a escolha dos conteporâneos de eocupação da região -a famlia Martins. A forma encontrada por estas familias para enfrentar as adversidade foi unirem-se como se fosse a mesma família.
O pioneiro Chico encontrou nas encostas do Paredão, sua companheria Ana Brígida Martins., filha de Brígida, uma ex-escrava que viera com o pionero Joao Crisóstomo de Oliveia, o primeiro explorador a chegar por estas bandas, que ocupou áreas próximas do Córrego Água Limpa, na região da Fortaleza.
Assim, Joaqum Pedro Martins casou-se com Maria Rosa, irmã do pioneiro Chico e mudou-se para um local a beira do Rio dos Bois, onde construiram o porto do Quinca Pedro.
Deste ponto interagiam com a sede onde moravam Chico e Aninha
Em legítima defesa do patrimônio conquistado
Muito se ouve falar de escaramuças com invasores de terras que chegavam de Minas e Sao Paulo para se instalarem em terras ja ocupadas pelo pioneiros da região.
O Córrego da Ronda tem este nome pela necssidade de se vigiar dia e noite suas margens, o que era feito sob comando do próprio Custódio Lemos
As familias do lugar iam se unindo para defender seus interesses. Assim, não era de se estranhar bravos descendentes dos Rodrigues, como os filhos da Cecilia, se juntassem com os do Chico Rosa para estes fins.
Muitas cousas se falam destas parcerias.
O pioneiro Chico Rosa na Cadeia de capital Goiás Velha
Em uma vagem com meu pai, tivemos que passar por um desvio, de Alvorada-TO para a capital velha de Goiâs. De tepente, meu pai padiu para ver a cadeia daquela cidade.
Foi aí que falou da prisáo seu avô Chico Rosa, em 1902, após uma condenação em Rio Verde. O velho teve que ir à pè, com outros condenados, escoltado por policiais que se deslocavam à cavalo.
Meu pai năo entrou em detalhes, pois não os conhecia, mas sabia que a condenaçâo foi devido a defesa de suas terras invadivas na região.
Por volta de 1914, Chico voltou da prisão. Sua esposa Animha tinha decidido distribuir suas terras para os filhos.
Benedito Rosa, um dos mais velhos liderou a reparticăo. Os irmãos Jovino e Josimo Rosa de Morais foram para terras a beira do rio dos Bois, onde já se encontrava a tia Maria Rosa e o Joaquim Pedro Martins. Zequinha Rosa foi sediado na regiao do Córrego da Pindaíba. Josina Rosa, que planejava se casar com o Sbastiao Ovidio Ribeiro, foi convencida a permanecer na antiga sede da família.
Para esta definicáo, Bendito Rosa de Morais contou com a ajuda do compadre João Antonio Barbosa com quem Chico Rosa deixou dinheiro e orientações para o caso de necessidade sua filha Josina, que o preocupava bastante. Ao tomar conhecimento do retorno de Chico, João Barbosa o procurou para prestar contas.
Chivo Rosa voltou doente da prisao. Viveu alguns anos com sua Aninha, mas veio a falecer em 1918.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
As contas do governdor Ari Valadão.
Em 1982, uma avalanche de votos colocou fim ao regime militar, que ha 18 anos imperava no país. A oposição se uniu e o povo apoiou a luta pelas eleições diretas e pela volta da democracia. Acuados, os militares cederam. Em Goiás, elegeu-se Iris Rezende Machado.
Para a ALEGO, o movimento elegeu 27 das 41 vagas exixtentes.
O governadoer eleito mostrava as dificuldades deixadas pelo governador Ary Valadão, seu antecessor, que para inviabilizar o novo goveno concedeu estabilidade para 50 mil serrvidores.
O TCE - Tribunal de Contas do Estado enviou para a apreciação dos deputados estaduais as contas do governador, com parecer pela aprovação, o que colocava uma pá de cal sobre os possíveis desmandos e irregularidades denunciadas na camapnha, que o povo aprovou.
O processo das contas foi distribuido pelo presidente da Comisão de Constituição e Justiça, deputado Moisés Abrão para ser relatado pelo deputado Angelo Rosa Ribeiro, que foi surpreendido com decisão.
Apõs aprofundar a discussão com minha assesra Elina Maria de Souza, vimos que o melhor era preparar um parecer que mostrasse a imposibilidade da aprovação daquelas contas, por não ser possível verificar os fatos passados. Com certeza, as informações poderiam estar alteradas, maquiadas, manipuladas, mas naquela altura dos fatos, cabia ao TCE essa verificação. Como o parecer deste era pela aprovação, restava a opção de votar contra e criar uma crise com o orgão fiscalizador, que logo iria apreciar as contas do governador recem eleito.
Levamos a bancada a decisão, com imediata reação contra. Não vamos votar a favor deste processo, reragiram alguns parlamentares. Ficopu claro que o melhor seria sobrestar a teramitação do processo, para que os ânimos fossem serenados. Com o passar do tempo, viu-se qie o melhor seria aprovar as contas e encerrar o asunto.
sábado, 3 de janeiro de 2026
Em 2026, vamos pensar para votar bem.
Sob a alegação de não respeitar a constitução brasileira, desrrespeitar preceitos legais, éticos e morais na administração pública, com omissão de deveres sobres seus auxiliares e comandados e por diversas ilicitudes, o ex- presidente Lula, após deixar o poder, no seu segundo mandato, foi condenado e recebeu mais de 500 dias de cadeia. Será que serviu para refletir sobre seu pasado e melhorar sua conduta para missões futuras?
O ex-presidente Jair Bolsonaro, sucedeu a presidente Dilma, apeada do poder por impeachment, apoiado por forte clamor popular contra os governos considerados corruptos do PT. Bolsonaro, navegou nesta onda e se elegeu presidente.
Todavia, a oposição alegava que Bolsonaro promovia uma campanha golpista, para se menter no poder. Teria trabalhado desde o início para enfraquecer as instuições nacionais, e por conseguinte, minar a democracia.
Bolsonaro, disputou e perdeu a reeleição, para Lula, liberado pela justiça e reabilitado politicamente. Alegou fraude nas eleições. Para contestar, teria reunido e promovido uma insurreição de apoiadores, com invasão, ocupação das sedes dos poderes de república, causando depredação de suas instalações e de pertences do partrimônio nacional. Os insurgentes esperavam o apoio das forças armadas, cujos comandantes se esquivaram de dar continuidade ao movimento golpista. O ex-presidente foi responsabilizado e acusado por via judicial de tentativa de golpe e outros crimes, sendo condemado a longos anos de prisão, tal como se fez com seus parceiros do ousado movimento.
Năo vamos passar pano para essa gente.
Neste 2026, que é ano de eleições, mais uma vez teremos a chance de valorizar o sentimento de nacionalidade, goianidade ou mesmo de pertencimento a uma comunidade, e como cidadãos , praticar um voto construtivo.
Culrivar o ódio, querer o pior para a nação que devemos amar, não expressa o sentimento cristáo, nem é um propósito aceitável.
Que 2026 seja um ano de reflexões proveitosas, de preparaçâo para uma eleição livre, sem a manipulaçăo das elites no poder ou dos gananciosos, que só pensam em si.
Vamos desde já observar os que mercem nossa atenção pela suas lutas em favor do desenvolvimento econômico e social, que leva a geração de empregos, renda e a um mundo melhor para todos. Não deixemos em segundo plano os que lutam pelas causas sociais para melhorar a saúde, educação, cultura, segurança pública, apoio emergencial na fome, cuidado com as crianças, idosos, com os que dependem de ajudas especiais; dos grupos discriminados pela sociedde, da extrema pobrerza, em especial, dos que mais sofrem .
Vamos desde já fugir dos candidatos festeiros de ocasião, os que tem passado de desonestidade, de falta de ética, falhas morais, bem como os gananciosos, pois estes querem o poder pelo poder. Será preciso observar os que merecem seu voto pelo que fizeram pela coletividade ou que poderão vir a fazer pelo seu histórico de luta.
Observe as redes sociais. Cheque as informações. Saiba que a internet dá asas a imbecís e a mal intencionados, que não respeitam sua inteligêqncia. Eles usam verdades para chamar sua atenção, mas no fim mostram seu propósito do mal. Veja tudo com cuidado. Discuta com seus amigos. As definições ocorrerão no mes anterior as eleições. Mudar será preciso, se o eleitor tiver a certeza que será para eleger o melhor.
Que 2026 devolva a confiança na juatiça, na política do bem, no império da paz e na esperança de dias melhores para Quiroinópolis e para toda nação brasileira.
sábado, 6 de dezembro de 2025
Deu sua vida para salvar o amigo Adolfo José D"Abadia
A vida pelo juiz amigo Adolfo José da Abadia
Em outro momento da história de Quirinópolis, provavelmente no ano de 1924, o senhor Adolfo José da Abadia, na condição de juiz distrital, presidia eleições que na época se realizavam.
O juiz era a maior e mais respeitada autoridade do lugar. Além disso, tratava-se de um pioneiro, um homem que muito empreendia nessa terra, como agropecuarista e comerciante, dono da Fazenda Engenho da Serra, onde criava gado e produzia o açúcar, que era comercializado na região. Além disso, foi colega do governador Pedro Ludovico, desde a época de estudos no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro.
Logo pela manhã o juiz foi avisado, que José Veloso de Matos, um perigoso pistoleiro, conhecido por Veloso, por fatos até hoje não bem esclarecidos, encontrava-se nas imediações de sua casa, com a intenção de o eliminar
Foi aí que, por seu destemor, Sebastião Ovídio Ribeiro, o conhecido Meia Légua foi chamado às pressas, pelo próprio juiz, para dar um jeito no valente Veloso. Sem saída, por ser amigo do juiz, aceitou a missão. Após encontrar e ouvir o fora da lei, convidou-o para juntos voltarem para a região das Sete Lagoas, onde ambos residiam, convencendo-o a evitar maiores complicações, naquele dia de eleição.
A poucos quilômetros da cidade, em uma passagem no Córrego Capelinha, Veloso se atrasou, arrancou de sua arma e detonou-a, atingindo pelas costas o seu acompanhante. Ferido na coluna, caiu sob águas do córrego e, já sem forças, Sebastião pediu que não o matasse pelas costas, quando Veloso, virando-o, explicou suas razões, qual era uma ação por vingança.
Soube-se depois, que há anos passados, em uma festa na casa de José Vicente, morador do Paredão, um amigo e parceiro de Sebastião Meia Légua, por nome Orozimbo Mesquita, tentou matar a tiros o Veloso, que alvejado, teve orelha e face perfuradas por uma bala.
O incidente ocorreu porque Veloso, que acabava de chegar na festa, exigiu que Meia Légua tocasse um tango, alegando que queria dançar, o que de fato fez, com uma carabina a tiracolo, mal disfarçada sob uma longa capa. Uma mulher desquitada e amiga do músico, conhecida por América Teixeira, interveio e pediu que o Sebastião tocasse outra música, mais animada, chasquenta, no que foi prontamente atendida.
A divergência se tornou evidente, quando Veloso deu vários tiros debaixo da dançarina, causando enorme correria e um conflito entre ele e Meia Légua, que, impossibilitado de se movimentar, com uma contusão na perna, então, pediu ao seu amigo Orozimbo, dar cabo ao desordeiro.
Após matar o Sebastião Meia Légua, Veloso fugiu para a fazenda do Coronel Jacintho Honório da Silva, que era amigo do juiz e da família da vítima, onde solicitou um almoço. Disse que não queria de graça, pois pagaria com o revólve da fera das Sete Lagoas que tinha acabado de matar. Conta-se que o jov em Joaquim Quirino, ali presentge, pegou uma arma para matar o Veloso, mas foi dissuadido pela esposa do coronel. Daí, Veloso dirigiu-se para o Paredão, onde esteve escondido por alguns dias.
O pedido do Coronel ao Dr Pedro Ludovico
Forte esquema policial foi montado, por iniciativa do influente Coronel Antônio Rodrigues Pereira, sogro do juiz, quando soube que o pistoleiro Veloso, que acabava de matar Meia Légua, tinha sido contratado para matar seu próprio genro. As operações policiais ficaram a cargo do delegado de polícia de Rio Verde, Catulino Viegas, que foi especialmente contratado para dar solução ao caso. Acossado pelos policiais, sob o comando do Tenente João Ferreira, o criminoso fugiu para as proximidades da Ouroana,escondendo-se na fazenda de Atagiba Jaime, parente do intendente Frederico Gonzaga Jaime, portanto uma pessoa influente em Rio Verde. Daí fugiu para o município de Jataí, onde foi capturado, em seu esconderijo, quando ainda dormia. Contido, tentou fugir, mas foi atingido por tiros dos policiais.
Segundo o relato de populares, que o temiam, Veloso era tido também como um grande feiticeiro. Ele era capaz de sumir e aparecer de qualquer lugar. Na dúvida, para que o mesmo tivesse fim, os policiais crivaram-no de balas, mas foi preciso que o informante, José Bento, que os ajudava em sua perseguição, pois conhecia o desenho dos cascos de cavalo do criminoso, contasse que o mesmo possuía, implantado em suas costas, uma imagem de Santo Antônio, que lhe dava proteção. Assim, decidiram arrancá-la e, emseguida, cortar-lhe o pescoço.
Devido à distância e as dificuldades de traslado à época, ali foi enterrado. A pele de seu rosto e sua orelha, marcados por velhas cicatrizes, foram devolvidos, com um bilhete, informando que "o touro foi abatido próximo a Jataí", e entregues ao Cel. Antônio Rodrigues Pereira, que ao conferir as provas, deu uma grande gargalhada.
Este episódio, de forma resumida, foi lembrado no livro de memórias do Dr. PedroLudovico Teixeira, que como médico estava no povoado Capelinha, cuidando da saúde do Coronel, a pedido de seu amigo Adolfo, quando os portadores chegaram, com a prova da missão cumprida. Ao perguntar-lhe o motivo da grande alegria, o Coronel disse: livreimeu genro da morte certa, não entrando em pormenores.
O corpo de Sebastião Ovídio Ribeiro teria sido enterrado em um pequeno cemitério nas proximidades da travessia do Córrego Capelinha.
Origem e Feitos de Francisco Rosa Ribeiro
Origem e Feitos de Francisco Rosa Ribeiro
Francisco Rosa Ribeiro, o Chico Preto, como é conhecido, nasceu em
05/10/1915, na região das Sete Lagoas, Distrito de N. S. D’Abadia do Paranaíba,
hoje Quirinópolis. É filho de Sebastião Ovídio Ribeiro e Josina Rosa de Morais.
Eram seus avôs, pelo lado paterno, Antonio Ovídio Ribeiro e Sebastiana Rita de
Jesus, que vieram de Prata - MG, para trabalhar em terras do Coronel Jacinto
Honório. Pelo materno, Francisco Rosa de Morais, pioneiro das Sete Lagoas,
descendente de portugueses e originário de Araxá - MG, que aqui chegou em
1850, para se juntar a Ana de Jesus, filha da ex-escrava Brígida, que pertencia a
escravaria do João Crisóstomo de Oliveira, o primeiro desbravador desta região. O
apelido Chico Preto veio para diferenciá-lo de Chico Rosa, seu avô e de um primo,
que eram brancos.
Francisco Rosa Ribeiro tinha apenas nove anos, quando perdera seu pai.
Como era o filho mais velho, ajudou sua mãe a criar seus irmãos - Azarias, João,
Maria Luca, Luzia e Cristiano. Com eles cuidavam do gado, das plantações e de
outras atividades da fazenda. O Chico Preto desenvolveu sua habilidade como
líder da família e se fez respeitado pelos irmãos, amigos e companheiros.
Aos 35 anos, após uma longa jornada de vida bem intensa, casou-se com
Olina Alves Rodrigues, uma garota de 17 anos, que era filha de Benedito
Gonçalves Rodrigues (Benedito Carlota) e dona Olímpia Alves Rodrigues. Era
neta do casal Pedro Gonçalves Rodrigues (Pedro Cecília) e dona Carlota Correa
Neves, pelo lado paterno. A índia Maria Alves Rodrigues era sua avó, pelo lado
materno. Do casamento citado resultaram os filhos Ângelo, Aldo, Anádio e Arnaldo
Bartolomeu.
Chico Preto, em 1960, era um modesto criador de gado e produtor de leite,
ou melhor, de creme de leite, um subproduto obtido na fazenda, através de
desnatação mecânica, que era vendido a uma fábrica de laticínios, onde se
transformava em manteiga de leite. Por um determinado tempo, no início dos anos
70, dedicou-se a agricultura, ao plantio de arroz de sequeiro, mas devido as
constantes frustrações de safras, por falta de chuvas, teve que abandonar a
lavoura, plantando capim em seu lugar. Como a sua principal atividade era o
comércio, podia se dizer, então, que ele era um comerciante da zona rural.
Todavia, tinha uma grande paixão: a política. E com o passar dos anos se fez um
influente líder político. Antes mesmo de se casar, já era um militante. Foi
coordenador de campanhas de candidatos a prefeito e membro do PSD – Partido
Social Democrático. Era amigo e companheiro político dos ex-prefeitos Joaquim
Quirino Cardoso e Hélio Campos Leão, já falecidos. Este último, uma legenda
política, que por três vezes administrou o município, em suas etapas de
estruturação, tornando-se o seu grande benfeitor.
Como político Chico Preto sempre discutia com seus amigos os problemas
da região e a forma de resolvê-los. Foi o principal articulador das campanhas
eleitorais dos representantes da região. Ajudou seus companheiros Cory Andrade
Oliveira e João Vieira Neto a se elegeram vereador, cada um por dois mandatos
consecutivos e Valdemar Rosa Martins, por um mandato. Chico Preto também
ajudou a eleger como vereadores seus filhos, Anádio Rosa Ribeiro, por um
mandato e Aldo Rosa Ribeiro, por duas legislaturas. Com seu apoio, o filho Ângelo
Rosa Ribeiro se elegeu deputado estadual em 1982 e 1986, consecutivamente.
Este chegou a ocupar por duas vezes o cargo de secretário estadual de
agricultura e de secretário estadual de planejamento e coordenação, nos governos
de Henrique Santillo e Naphtaly Alves. O Chico Preto, pela sua origem humilde,
muito se orgulha de ter como o filho o primeiro deputado de seu partido filho de
Quirinópolis e o primeiro a ocupar cargos de primeiro escalão no governo de
Goiás.
Sua luta política resultou em importantes conquistas para a região das Sete
Lagoas, como abertura e conservação das estradas, construção de pontes,
escolas, assistência a doentes, prestação de serviços, através da contratação de
dentistas, apoio ao esporte e tantos outros benefícios. Em sua fazenda, construiu
e manteve, com ajudas de pais de alunos, por vários anos, uma escola rural
particular, onde os professores José Freire, João Barreto de Souza, Ivani Borges
Costa e Mário Marques de Almeida puderam ajudar mais de 100 alunos a
conquistar a tão necessária alfabetização e os conhecimentos das disciplinas do
ensino fundamental.
Em 1961, apoiou o candidato João Hércules, que se elegeu prefeito
municipal e recebeu dele operários, máquinas e a missão de abrir, pelo meio de
espessa mata, a rodovia que liga o povoado do Tocozinho à Castelândia, obra a
que se dedicou até o seu final.
Em 1965, quando foi indicado, pelos seus companheiros de oposição,
candidato a vereador, a repressão à atividade política era escancaradamente
exercida, em todo lugar. Em Quirinópolis, também, por aqueles que aqui se
aliavam à ditadura militar. Como político, demonstrou coragem e idealismo,
aceitando uma missão que criava indisposição com o poder absoluto e autoritário
dominante. Em algumas oportunidades participou de sessões da Câmara
Municipal, sob cerceamento de militares, que a todos constrangiam. Eram raros
os líderes que na época aceitavam uma candidatura oposicionista, porque temiam
as perseguições políticas. Desta forma, exerceu um importante papel na defesa
dos ideais democráticos ameaçados aqui e em toda parte do país. E tudo isso,
sem nenhuma remuneração, como era, naquele tempo, a atividade do vereador.
Alguns anos se passaram e se tornou vice-presidente do PMDB de
Quirinópolis e mais tarde seu presidente de honra.
Francisco Rosa Ribeiro repassou aos filhos a paixão pela política e o ideal
de servir com alegria, sem nada exigir em troca. Sua esposa Olina Alves Ribeiro,
sempre o acompanhou e sente-se orgulhosa pela luta de seu esposo e seus filhos,
pelo prazer que todos sentem ao servir aos seus semelhantes, sobretudo os
necessitados, pelos quais sempre dedicou sua atenção. Desde que estão juntos,
nunca deixaram de participar de atividades político-partidária. A sua casa esteve
sempre cheia de gente, como seus filhos, parentes, amigos e, claro, os seus
correligionários. Na hora das eleições ninguém fica em cima do muro.
Como homenagem aos pioneiros, Chico Preto sempre dizia: “Só quem
conheceu a região, como conheci, toda coberta de extensos cerrados e matas, tão
atrasada e improdutiva, pode imaginar todas as dificuldades, sofrimento e os
temores porque passaram os pioneiros, porque, naquele tempo, o desconhecido
dominava e representava uma ameaça constante. Um mundão a perder das
vistas, coberto de cerrados, com gente sem instrução e informação, sem
novidades e que pouco produzia. Era preciso viver, tanto quanto hoje é preciso,
mas não existiam vacinas, médicos, disponibilidade de remédios e outros
recursos. Diante de cobras, bichos ferozes, acidentes graves, doenças perigosas,
quase nada se podia fazer, além de pedir a proteção de Deus.
Para modificar aquela realidade muitos companheiros doaram suas vidas. Por isso
é possível avaliar o tamanho da contribuição que estas famílias e seus
descendentes deram, ao longo de muitos anos, para que o município chegasse
aonde chegou, com todas as facilidades que hoje nele existem. Como testemunha
viva de boa parte destes acontecimentos, penso que mereciam ser
homenageados todos os pioneiros, benfeitores e os valorosos trabalhadores
daquela época, nas pessoas de seus descendentes e familiares”.
Qurinópolis: As principais conquista do Deputado Estadual Ângelo Rosa Ribeiro
Clarões - Qurinópolis: As principais conquista do Deputado Estadual Ângelo Rosa Ribeiro
| dom., 29 de ago. de 2010, 18:24 | |||
| ||||
As principais conquistas, por municípios.
Eleito deputado estadual, em 1982, com aproximadamente 16 mil votos, quase que exclusivamente concentrados em Quirinópolis, Paranaíguara e Maurilândia, tinha como principal objetivo cumprir os compromissos de campanha e consolidar uma área de influência política de Quirinópolis, na região. Era preciso conquistar parceiros para fortalecer o poder de reivindicação regional, mas isto demandava muito trabalho. Os pontos de convergência eram: proximidade entre os municípios, que facilitava a interação e as carências a serem trabalhadas, como falta de infra-estruturas, baixos desempenhos de setores, como educação, saúde, segurança e de outras áreas a serem enfrentados, já que era acentuado o atraso no Extremo-Sudoeste Goiano.
No final do primeiro mandato, após muita dedicação, com uma equipe de trabalho montada, com gente da própria região, tinha conseguido muitos avanços. Para isso foi importante a ajuda, que sempre precisa ser lembrada, do ex-prefeito de Caçú, Abel Barbosa Guimarães, a época um grande líder da região, a quem tenho enorme dívida de gratidão, pois, através dele, pude ter acesso às lideranças de vários municípios e conquistar seus apoios, que resultaram em parcerias frutíferas, pelos benefícios canalizados para seus municípios e na garantia de em um segundo mandato na Assembléia de Goiás.
Pude trabalhar ao lado de prefeitos como Sodino Viera de Carvalho, de Quirinópolis; Antonio Resende Sobrinho e José Carlos dos Santos, de Maurilândia; Cícero Gonçalves da Silva e Lázaro Soares de Aquino, de Paranaíguara; Oldack Musa dos Santos, de Caçú; Valdemar de Freitas Sampaio, de Itajá; Adão Alves dos Santos, de Aporé e uma plêiade de lideranças da região, cujos nomes eu pediria permissão para não citar, para não ser injusto com ninguém, já que não foram poucos os presidentes de diretórios partidários, presidentes de Câmaras Municipais, vereadores, presidentes de entidades, como sindicatos, cooperativas e outras que passaram a formar comigo uma rede de trabalho em prol da região.
O sofrimento foi grande, para o cumprimento desta missão, posso garantir. Até hoje ouço queixas da minha própria família, de quem abri mão do convívio necessário, para dedicar aos mandatos de representação popular. Não foram poucas as madrugadas, sem dormir, por estradas ruins, para cumprir compromissos no interior, nos fins de semanas e voltar à Goiânia, ainda às segundas-feiras, ao plenário da Assembléia, onde deveria estar sempre presente, para não me tornar um deputado gazeteiro. No início não existiam estradas asfaltadas entre Quirinópolis e as cidades vizinhas de Gouvelândia, Inaciolândia, Cachoeira Dourada, Paranaíguara, São Simão, Caçú, Itarumã, Itajá, Lagoa Santa e Aporé. Longe da região Sudoeste estava Itapuranga, o quarto município da pequena base eleitoral da minha primeira eleição de deputado estadual. Para chegar lá era preciso enfrentar um longo trecho de estrada encascalhada e pedregosa, à partir de Itaberaí. O prefeito era o saudoso amigo João Batista da Trindade. Tal como no Extremo-Sudoeste, a cidade era carente de tudo, apesar de seus 18.000 habitantes, na época. Como deputado precisava estar sempre presente em suas bases, para não ser esquecido. Era a maneira de segurar os apoios, pois não passava pela minha cabeça a idéia de comprar diretórios, até porque não possuía dinheiro e não participava de esquemas espúrios, para tanto. Foi uma luta sem trégua, para ajudar os prefeitos a conseguir junto aos governadores Íris Resende Machado, Onofre Quinan e Henrique Santillo e aos Deputados Federais, através de emendas ao orçamento da União, obras, para seus municípios. A lista de conquista é enorme. Por tudo, valeu a pena. Não é possível enumerar todas as conquistas, mas faço um esforço para citar as principais. Cada uma tem uma história, uma espécie de senha, que somente eu e os prefeitos que me ajudaram podemos acessar, isto é, ter delas conhecimento minucioso, de todas as etapas de suas conquistas. Todas foram importantes, mas algumas marcaram mais, pelos seus significados, com foram os casos das Faculdades de Educação Ciências e Letras de Quirinópolis e de Itapuranga, FELCQ e FECLITA, respectivamente, minhas maiores realizações. A seguir, uma relação dos principais conquistas, em meus dois mandatos, como deputado estadual, que se tornaram possíveis graças ao empenho de prefeitos e lideranças municipais, que não devem ser esquecidos, pelas suas imprescindíveis participações.
Quirinópolis.
Asfaltamento de 60 km da rodovia GO-164, para Paranaíguara;
Asfaltamento de 110 km da GO-206, para Cachoeira Dourada;
Compromisso e alocação de recursos para o asfaltamento de
65 km para Caçu;
Construção do Estádio Estadual Bichinho Vieira;
Viabilização e Instalação da Faculdade de Educação Ciências e Letras;
Construção do Colégio Estadual JK;
Doação de 120.000 metros quadrados de asfalto, para a pavimentação.
do Conjunto Rio Preto e do Bairro da Cadeia;
Construção do Conjunto Rio Preto;
Construção do Conjunto Capelinha;
Construção de um graneleiro, no distrito de Gouvelândia;
Construção da Escola Quintiliano Leão;
Construção da Escola Corina Campos Leão;
Extensão de rede de água tratada para vários bairros;
Rede de energia elétrica do povoado do Tocozinho;
Construção de vários quilômetros de redes de energia elétrica,
trifásicas e monofásicas em apoio à agricultura irrigada;
Instalação da Agência Regional da Secretaria Estadual de Saúde;
Doação de 10.000 metros quadrados de asfalto para o
distrito de Gouvelândia;
Instalação da CIRETRAN
Itapuranga.
Construção de 80 km de asfalto, ligando a Heitorai e Itaberai;
Construção e Instalação da Faculdade de Educação, Ciências e Letras;
Construção do Colégio Agoncílio Ferreira;
Construção do Ginásio de Esportes;
Recursos para a duplicação das Avenidas da chegada da cidade;
Construção de 150 casas da Vila Mutirão;
Construção do Conjunto Alvorada;
Construção da ponte sobre o Rio Canastra;
Instalação de telefones s Distritos Guaraíta, Cibele e Diolândia;
Instalação de rede de iluminação pública em Cibele e São José.
Pavimentação de vários bairros;
Expansão da rede de água tratada para vários bairros;
Recursos e equipamentos para instalação do Hospital Municipal
Doação de três tratores para o projeto de microbacias hidrográficas
e lavoura comunitária;
Abertura da agência do Banco do Estado de Goiás, hoje Itaú.
Construção da escola do distrito de Guaraíta.
Instalação da CIRETRAN.
Maurilândia.
Construção de um Ginásio de Esportes;
Construção do Escritório da EMATER;
Abertura do Escritório da Secretaria de Agricultura;
Construção de uma ponte no Rio São Tomás;
Doação de uma ambulância;
Doação de uma viatura policial;
Construção da Vila Mutirão;
Expansão do Ensino Segundo Grau;
Abertura do DETRAN.
Doação de asfalto urbano;
Paranaíguara.
Ligação asfáltica com Quirinópolis;
Construção de um ginásio de esportes;
Construção do escritório da EMATER;
Instalação do escritório da DETRAN;
Reabertura do Hospital Municipal;
Doação de uma viatura policial;
Expansão do ensino Segundo Grau.
São Simão
Ligação asfáltica para Itaguaçu;
Doação de 20.000 metros quadrados de asfalto urbano;
Expansão de rede elétrica para Vila Bela;
Expansão de ensino de Segundo Grau;
Construção de um ginásio de esportes;
Doação de uma viatura policial;
Instalação da CAIXEGO;
Cachoeira Alta
Construção de um ginásio de esportes;
Nova sede para o BEG;
Caçu
Ligação asfáltica para Itarumã;
Construção de um ginásio de esportes;
Construção de sede escritório da EMATER;
Construção da Vila Mutirão;
Expansão ensino de Segundo Grau;
Construção de Terminal Rodoviário;
Doação de asfalto urbano;
Ligações asfálticas da cidade à Go-206;
Itajá
Construção de um ginásio de Esportes;
Ligação asfáltica para Itarumã;
Ligação asfáltica para Aporé;
Ligação asfáltica para Lagoa Santa;
Ligação asfáltica para Cassilândia, via Zeca Pereira;
Duplicação da rodovia de acesso à cidade;
Construção de bueiro Ribeirão São João;
Ampliação de rede de energia elétrica urbana;
Parceria para construção de asfalto urbano;
Parceria para construção de redes pluviais;
Construção de rede energia elétrica para Olaria da Fumaça;
Instalação do DETRAN;
Construção da ponte Zeca Pereira, no rio Aporé;
Perfuração de poço artesiano e rede de distribuição de água de Lagoa Santa;
Construção do Terminal Rodoviário;
Doação de uma viatura policial;
Módulo esportivo com alambrado e vestiário;
Aporé
Construção de Terminal Rodoviário;
Rede de distribuição de água;
Ligação asfáltica com Cassilândia e Itajá;
Construção de ponte sobre rio Aporé;
Doação de 20.000 metros quadrados de asfalto urbano;
Gouvelândia
Construção de um graneleiro para 25.000 toneladas;
Construção do Hospital Municipal;
Doação de 10.000 metros quadrados de asfalto urbano;
Iniciativa do projeto de Emancipação Política do Município;
Construção de um ginásio de esportes;
Ligação asfáltica para Cachoeira Dourada;
Ligação asfáltica para Quirinópolis;
Instalação do BEG;
Abertura da Agenfa Estadual;
Doação de uma viatura de polícia;
Convenio para construção da praça da igreja matriz.
As principais conquistas, por municípios.
Eleito deputado estadual, em 1982, com aproximadamente 16 mil votos, quase que exclusivamente concentrados em Quirinópolis, Paranaíguara e Maurilândia, tinha como principal objetivo cumprir os compromissos de campanha e consolidar uma área de influência política de Quirinópolis, na região. Era preciso conquistar parceiros para fortalecer o poder de reivindicação regional, mas isto demandava muito trabalho. Os pontos de convergência eram: proximidade entre os municípios, que facilitava a interação e as carências a serem trabalhadas, como falta de infra-estruturas, baixos desempenhos de setores, como educação, saúde, segurança e de outras áreas a serem enfrentados, já que era acentuado o atraso no Extremo-Sudoeste Goiano.
No final do primeiro mandato, após muita dedicação, com uma equipe de trabalho montada, com gente da própria região, tinha conseguido muitos avanços. Para isso foi importante a ajuda, que sempre precisa ser lembrada, do ex-prefeito de Caçú, Abel Barbosa Guimarães, a época um grande líder da região, a quem tenho enorme dívida de gratidão, pois, através dele, pude ter acesso às lideranças de vários municípios e conquistar seus apoios, que resultaram em parcerias frutíferas, pelos benefícios canalizados para seus municípios e na garantia de em um segundo mandato na Assembléia de Goiás.
Pude trabalhar ao lado de prefeitos como Sodino Viera de Carvalho, de Quirinópolis; Antonio Resende Sobrinho e José Carlos dos Santos, de Maurilândia; Cícero Gonçalves da Silva e Lázaro Soares de Aquino, de Paranaíguara; Oldack Musa dos Santos, de Caçú; Valdemar de Freitas Sampaio, de Itajá; Adão Alves dos Santos, de Aporé e uma plêiade de lideranças da região, cujos nomes eu pediria permissão para não citar, para não ser injusto com ninguém, já que não foram poucos os presidentes de diretórios partidários, presidentes de Câmaras Municipais, vereadores, presidentes de entidades, como sindicatos, cooperativas e outras que passaram a formar comigo uma rede de trabalho em prol da região.
O sofrimento foi grande, para o cumprimento desta missão, posso garantir. Até hoje ouço queixas da minha própria família, de quem abri mão do convívio necessário, para dedicar aos mandatos de representação popular. Não foram poucas as madrugadas, sem dormir, por estradas ruins, para cumprir compromissos no interior, nos fins de semanas e voltar à Goiânia, ainda às segundas-feiras, ao plenário da Assembléia, onde deveria estar sempre presente, para não me tornar um deputado gazeteiro. No início não existiam estradas asfaltadas entre Quirinópolis e as cidades vizinhas de Gouvelândia, Inaciolândia, Cachoeira Dourada, Paranaíguara, São Simão, Caçú, Itarumã, Itajá, Lagoa Santa e Aporé. Longe da região Sudoeste estava Itapuranga, o quarto município da pequena base eleitoral da minha primeira eleição de deputado estadual. Para chegar lá era preciso enfrentar um longo trecho de estrada encascalhada e pedregosa, à partir de Itaberaí. O prefeito era o saudoso amigo João Batista da Trindade. Tal como no Extremo-Sudoeste, a cidade era carente de tudo, apesar de seus 18.000 habitantes, na época. Como deputado precisava estar sempre presente em suas bases, para não ser esquecido. Era a maneira de segurar os apoios, pois não passava pela minha cabeça a idéia de comprar diretórios, até porque não possuía dinheiro e não participava de esquemas espúrios, para tanto. Foi uma luta sem trégua, para ajudar os prefeitos a conseguir junto aos governadores Íris Resende Machado, Onofre Quinan e Henrique Santillo e aos Deputados Federais, através de emendas ao orçamento da União, obras, para seus municípios. A lista de conquista é enorme. Por tudo, valeu a pena. Não é possível enumerar todas as conquistas, mas faço um esforço para citar as principais. Cada uma tem uma história, uma espécie de senha, que somente eu e os prefeitos que me ajudaram podemos acessar, isto é, ter delas conhecimento minucioso, de todas as etapas de suas conquistas. Todas foram importantes, mas algumas marcaram mais, pelos seus significados, com foram os casos das Faculdades de Educação Ciências e Letras de Quirinópolis e de Itapuranga, FELCQ e FECLITA, respectivamente, minhas maiores realizações. A seguir, uma relação dos principais conquistas, em meus dois mandatos, como deputado estadual, que se tornaram possíveis graças ao empenho de prefeitos e lideranças municipais, que não devem ser esquecidos, pelas suas imprescindíveis participações.
Quirinópolis.
Asfaltamento de 60 km da rodovia GO-164, para Paranaíguara;
Asfaltamento de 110 km da GO-206, para Cachoeira Dourada;
Compromisso e alocação de recursos para o asfaltamento de
65 km para Caçu;
Construção do Estádio Estadual Bichinho Vieira;
Viabilização e Instalação da Faculdade de Educação Ciências e Letras;
Construção do Colégio Estadual JK;
Doação de 120.000 metros quadrados de asfalto, para a pavimentação.
do Conjunto Rio Preto e do Bairro da Cadeia;
Construção do Conjunto Rio Preto;
Construção do Conjunto Capelinha;
Construção de um graneleiro, no distrito de Gouvelândia;
Construção da Escola Quintiliano Leão;
Construção da Escola Corina Campos Leão;
Extensão de rede de água tratada para vários bairros;
Rede de energia elétrica do povoado do Tocozinho;
Construção de vários quilômetros de redes de energia elétrica,
trifásicas e monofásicas em apoio à agricultura irrigada;
Instalação da Agência Regional da Secretaria Estadual de Saúde;
Doação de 10.000 metros quadrados de asfalto para o
distrito de Gouvelândia;
Instalação da CIRETRAN
Itapuranga.
Construção de 80 km de asfalto, ligando a Heitorai e Itaberai;
Construção e Instalação da Faculdade de Educação, Ciências e Letras;
Construção do Colégio Agoncílio Ferreira;
Construção do Ginásio de Esportes;
Recursos para a duplicação das Avenidas da chegada da cidade;
Construção de 150 casas da Vila Mutirão;
Construção do Conjunto Alvorada;
Construção da ponte sobre o Rio Canastra;
Instalação de telefones s Distritos Guaraíta, Cibele e Diolândia;
Instalação de rede de iluminação pública em Cibele e São José.
Pavimentação de vários bairros;
Expansão da rede de água tratada para vários bairros;
Recursos e equipamentos para instalação do Hospital Municipal
Doação de três tratores para o projeto de microbacias hidrográficas
e lavoura comunitária;
Abertura da agência do Banco do Estado de Goiás, hoje Itaú.
Construção da escola do distrito de Guaraíta.
Instalação da CIRETRAN.
Maurilândia.
Construção de um Ginásio de Esportes;
Construção do Escritório da EMATER;
Abertura do Escritório da Secretaria de Agricultura;
Construção de uma ponte no Rio São Tomás;
Doação de uma ambulância;
Doação de uma viatura policial;
Construção da Vila Mutirão;
Expansão do Ensino Segundo Grau;
Abertura do DETRAN.
Doação de asfalto urbano;
Paranaíguara.
Ligação asfáltica com Quirinópolis;
Construção de um ginásio de esportes;
Construção do escritório da EMATER;
Instalação do escritório da DETRAN;
Reabertura do Hospital Municipal;
Doação de uma viatura policial;
Expansão do ensino Segundo Grau.
São Simão
Ligação asfáltica para Itaguaçu;
Doação de 20.000 metros quadrados de asfalto urbano;
Expansão de rede elétrica para Vila Bela;
Expansão de ensino de Segundo Grau;
Construção de um ginásio de esportes;
Doação de uma viatura policial;
Instalação da CAIXEGO;
Cachoeira Alta
Construção de um ginásio de esportes;
Nova sede para o BEG;
Caçu
Ligação asfáltica para Itarumã;
Construção de um ginásio de esportes;
Construção de sede escritório da EMATER;
Construção da Vila Mutirão;
Expansão ensino de Segundo Grau;
Construção de Terminal Rodoviário;
Doação de asfalto urbano;
Ligações asfálticas da cidade à Go-206;
Itajá
Construção de um ginásio de Esportes;
Ligação asfáltica para Itarumã;
Ligação asfáltica para Aporé;
Ligação asfáltica para Lagoa Santa;
Ligação asfáltica para Cassilândia, via Zeca Pereira;
Duplicação da rodovia de acesso à cidade;
Construção de bueiro Ribeirão São João;
Ampliação de rede de energia elétrica urbana;
Parceria para construção de asfalto urbano;
Parceria para construção de redes pluviais;
Construção de rede energia elétrica para Olaria da Fumaça;
Instalação do DETRAN;
Construção da ponte Zeca Pereira, no rio Aporé;
Perfuração de poço artesiano e rede de distribuição de água de Lagoa Santa;
Construção do Terminal Rodoviário;
Doação de uma viatura policial;
Módulo esportivo com alambrado e vestiário;
Aporé
Construção de Terminal Rodoviário;
Rede de distribuição de água;
Ligação asfáltica com Cassilândia e Itajá;
Construção de ponte sobre rio Aporé;
Doação de 20.000 metros quadrados de asfalto urbano;
Gouvelândia
Construção de um graneleiro para 25.000 toneladas;
Construção do Hospital Municipal;
Doação de 10.000 metros quadrados de asfalto urbano;
Iniciativa do projeto de Emancipação Política do Município;
Construção de um ginásio de esportes;
Ligação asfáltica para Cachoeira Dourada;
Ligação asfáltica para Quirinópolis;
Instalação do BEG;
Abertura da Agenfa Estadual;
Doação de uma viatura de polícia;
Convenio para construção da praça da igreja matriz.
As principais conquistas, por municípios.
Eleito deputado estadual, em 1982, com aproximadamente 16 mil votos, quase que exclusivamente concentrados em Quirinópolis, Paranaíguara e Maurilândia, tinha como principal objetivo cumprir os compromissos de campanha e consolidar uma área de influência política de Quirinópolis, na região. Era preciso conquistar parceiros para fortalecer o poder de reivindicação regional, mas isto demandava muito trabalho. Os pontos de convergência eram: proximidade entre os municípios, que facilitava a interação e as carências a serem trabalhadas, como falta de infra-estruturas, baixos desempenhos de setores, como educação, saúde, segurança e de outras áreas a serem enfrentados, já que era acentuado o atraso no Extremo-Sudoeste Goiano.
No final do primeiro mandato, após muita dedicação, com uma equipe de trabalho montada, com gente da própria região, tinha conseguido muitos avanços. Para isso foi importante a ajuda, que sempre precisa ser lembrada, do ex-prefeito de Caçú, Abel Barbosa Guimarães, a época um grande líder da região, a quem tenho enorme dívida de gratidão, pois, através dele, pude ter acesso às lideranças de vários municípios e conquistar seus apoios, que resultaram em parcerias frutíferas, pelos benefícios canalizados para seus municípios e na garantia de em um segundo mandato na Assembléia de Goiás.
Pude trabalhar ao lado de prefeitos como Sodino Viera de Carvalho, de Quirinópolis; Antonio Resende Sobrinho e José Carlos dos Santos, de Maurilândia; Cícero Gonçalves da Silva e Lázaro Soares de Aquino, de Paranaíguara; Oldack Musa dos Santos, de Caçú; Valdemar de Freitas Sampaio, de Itajá; Adão Alves dos Santos, de Aporé e uma plêiade de lideranças da região, cujos nomes eu pediria permissão para não citar, para não ser injusto com ninguém, já que não foram poucos os presidentes de diretórios partidários, presidentes de Câmaras Municipais, vereadores, presidentes de entidades, como sindicatos, cooperativas e outras que passaram a formar comigo uma rede de trabalho em prol da região.
O sofrimento foi grande, para o cumprimento desta missão, posso garantir. Até hoje ouço queixas da minha própria família, de quem abri mão do convívio necessário, para dedicar aos mandatos de representação popular. Não foram poucas as madrugadas, sem dormir, por estradas ruins, para cumprir compromissos no interior, nos fins de semanas e voltar à Goiânia, ainda às segundas-feiras, ao plenário da Assembléia, onde deveria estar sempre presente, para não me tornar um deputado gazeteiro. No início não existiam estradas asfaltadas entre Quirinópolis e as cidades vizinhas de Gouvelândia, Inaciolândia, Cachoeira Dourada, Paranaíguara, São Simão, Caçú, Itarumã, Itajá, Lagoa Santa e Aporé. Longe da região Sudoeste estava Itapuranga, o quarto município da pequena base eleitoral da minha primeira eleição de deputado estadual. Para chegar lá era preciso enfrentar um longo trecho de estrada encascalhada e pedregosa, à partir de Itaberaí. O prefeito era o saudoso amigo João Batista da Trindade. Tal como no Extremo-Sudoeste, a cidade era carente de tudo, apesar de seus 18.000 habitantes, na época. Como deputado precisava estar sempre presente em suas bases, para não ser esquecido. Era a maneira de segurar os apoios, pois não passava pela minha cabeça a idéia de comprar diretórios, até porque não possuía dinheiro e não participava de esquemas espúrios, para tanto. Foi uma luta sem trégua, para ajudar os prefeitos a conseguir junto aos governadores Íris Resende Machado, Onofre Quinan e Henrique Santillo e aos Deputados Federais, através de emendas ao orçamento da União, obras, para seus municípios. A lista de conquista é enorme. Por tudo, valeu a pena. Não é possível enumerar todas as conquistas, mas faço um esforço para citar as principais. Cada uma tem uma história, uma espécie de senha, que somente eu e os prefeitos que me ajudaram podemos acessar, isto é, ter delas conhecimento minucioso, de todas as etapas de suas conquistas. Todas foram importantes, mas algumas marcaram mais, pelos seus significados, com foram os casos das Faculdades de Educação Ciências e Letras de Quirinópolis e de Itapuranga, FELCQ e FECLITA, respectivamente, minhas maiores realizações. A seguir, uma relação dos principais conquistas, em meus dois mandatos, como deputado estadual, que se tornaram possíveis graças ao empenho de prefeitos e lideranças municipais, que não devem ser esquecidos, pelas suas imprescindíveis participações.
Quirinópolis.
Asfaltamento de 60 km da rodovia GO-164, para Paranaíguara;
Asfaltamento de 110 km da GO-206, para Cachoeira Dourada;
Compromisso e alocação de recursos para o asfaltamento de
65 km para Caçu;
Construção do Estádio Estadual Bichinho Vieira;
Viabilização e Instalação da Faculdade de Educação Ciências e Letras;
Construção do Colégio Estadual JK;
Doação de 120.000 metros quadrados de asfalto, para a pavimentação.
do Conjunto Rio Preto e do Bairro da Cadeia;
Construção do Conjunto Rio Preto;
Construção do Conjunto Capelinha;
Construção de um graneleiro, no distrito de Gouvelândia;
Construção da Escola Quintiliano Leão;
Construção da Escola Corina Campos Leão;
Extensão de rede de água tratada para vários bairros;
Rede de energia elétrica do povoado do Tocozinho;
Construção de vários quilômetros de redes de energia elétrica,
trifásicas e monofásicas em apoio à agricultura irrigada;
Instalação da Agência Regional da Secretaria Estadual de Saúde;
Doação de 10.000 metros quadrados de asfalto para o
distrito de Gouvelândia;
Instalação da CIRETRAN
Itapuranga.
Construção de 80 km de asfalto, ligando a Heitorai e Itaberai;
Construção e Instalação da Faculdade de Educação, Ciências e Letras;
Construção do Colégio Agoncílio Ferreira;
Construção do Ginásio de Esportes;
Recursos para a duplicação das Avenidas da chegada da cidade;
Construção de 150 casas da Vila Mutirão;
Construção do Conjunto Alvorada;
Construção da ponte sobre o Rio Canastra;
Instalação de telefones s Distritos Guaraíta, Cibele e Diolândia;
Instalação de rede de iluminação pública em Cibele e São José.
Pavimentação de vários bairros;
Expansão da rede de água tratada para vários bairros;
Recursos e equipamentos para instalação do Hospital Municipal
Doação de três tratores para o projeto de microbacias hidrográficas
e lavoura comunitária;
Abertura da agência do Banco do Estado de Goiás, hoje Itaú.
Construção da escola do distrito de Guaraíta.
Instalação da CIRETRAN.
Maurilândia.
Construção de um Ginásio de Esportes;
Construção do Escritório da EMATER;
Abertura do Escritório da Secretaria de Agricultura;
Construção de uma ponte no Rio São Tomás;
Doação de uma ambulância;
Doação de uma viatura policial;
Construção da Vila Mutirão;
Expansão do Ensino Segundo Grau;
Abertura do DETRAN.
Doação de asfalto urbano;
Paranaíguara.
Ligação asfáltica com Quirinópolis;
Construção de um ginásio de esportes;
Construção do escritório da EMATER;
Instalação do escritório da DETRAN;
Reabertura do Hospital Municipal;
Doação de uma viatura policial;
Expansão do ensino Segundo Grau.
São Simão
Ligação asfáltica para Itaguaçu;
Doação de 20.000 metros quadrados de asfalto urbano;
Expansão de rede elétrica para Vila Bela;
Expansão de ensino de Segundo Grau;
Construção de um ginásio de esportes;
Doação de uma viatura policial;
Instalação da CAIXEGO;
Cachoeira Alta
Construção de um ginásio de esportes;
Nova sede para o BEG;
Caçu
Ligação asfáltica para Itarumã;
Construção de um ginásio de esportes;
Construção de sede escritório da EMATER;
Construção da Vila Mutirão;
Expansão ensino de Segundo Grau;
Construção de Terminal Rodoviário;
Doação de asfalto urbano;
Ligações asfálticas da cidade à Go-206;
Itajá
Construção de um ginásio de Esportes;
Ligação asfáltica para Itarumã;
Ligação asfáltica para Aporé;
Ligação asfáltica para Lagoa Santa;
Ligação asfáltica para Cassilândia, via Zeca Pereira;
Duplicação da rodovia de acesso à cidade;
Construção de bueiro Ribeirão São João;
Ampliação de rede de energia elétrica urbana;
Parceria para construção de asfalto urbano;
Parceria para construção de redes pluviais;
Construção de rede energia elétrica para Olaria da Fumaça;
Instalação do DETRAN;
Construção da ponte Zeca Pereira, no rio Aporé;
Perfuração de poço artesiano e rede de distribuição de água de Lagoa Santa;
Construção do Terminal Rodoviário;
Doação de uma viatura policial;
Módulo esportivo com alambrado e vestiário;
Aporé
Construção de Terminal Rodoviário;
Rede de distribuição de água;
Ligação asfáltica com Cassilândia e Itajá;
Construção de ponte sobre rio Aporé;
Doação de 20.000 metros quadrados de asfalto urbano;
Gouvelândia
Construção de um graneleiro para 25.000 toneladas;
Construção do Hospital Municipal;
Doação de 10.000 metros quadrados de asfalto urbano;
Iniciativa do projeto de Emancipação Política do Município;
Construção de um ginásio de esportes;
Ligação asfáltica para Cachoeira Dourada;
Ligação asfáltica para Quirinópolis;
Instalação do BEG;
Abertura da Agenfa Estadual;
Doação de uma viatura de polícia;
Convenio para construção da praça da igreja matriz.
As principais conquistas, por municípios.
Eleito deputado estadual, em 1982, com aproximadamente 16 mil votos, quase que exclusivamente concentrados em Quirinópolis, Paranaíguara e Maurilândia, tinha como principal objetivo cumprir os compromissos de campanha e consolidar uma área de influência política de Quirinópolis, na região. Era preciso conquistar parceiros para fortalecer o poder de reivindicação regional, mas isto demandava muito trabalho. Os pontos de convergência eram: proximidade entre os municípios, que facilitava a interação e as carências a serem trabalhadas, como falta de infra-estruturas, baixos desempenhos de setores, como educação, saúde, segurança e de outras áreas a serem enfrentados, já que era acentuado o atraso no Extremo-Sudoeste Goiano.
No final do primeiro mandato, após muita dedicação, com uma equipe de trabalho montada, com gente da própria região, tinha conseguido muitos avanços. Para isso foi importante a ajuda, que sempre precisa ser lembrada, do ex-prefeito de Caçú, Abel Barbosa Guimarães, a época um grande líder da região, a quem tenho enorme dívida de gratidão, pois, através dele, pude ter acesso às lideranças de vários municípios e conquistar seus apoios, que resultaram em parcerias frutíferas, pelos benefícios canalizados para seus municípios e na garantia de em um segundo mandato na Assembléia de Goiás.
Pude trabalhar ao lado de prefeitos como Sodino Viera de Carvalho, de Quirinópolis; Antonio Resende Sobrinho e José Carlos dos Santos, de Maurilândia; Cícero Gonçalves da Silva e Lázaro Soares de Aquino, de Paranaíguara; Oldack Musa dos Santos, de Caçú; Valdemar de Freitas Sampaio, de Itajá; Adão Alves dos Santos, de Aporé e uma plêiade de lideranças da região, cujos nomes eu pediria permissão para não citar, para não ser injusto com ninguém, já que não foram poucos os presidentes de diretórios partidários, presidentes de Câmaras Municipais, vereadores, presidentes de entidades, como sindicatos, cooperativas e outras que passaram a formar comigo uma rede de trabalho em prol da região.
O sofrimento foi grande, para o cumprimento desta missão, posso garantir. Até hoje ouço queixas da minha própria família, de quem abri mão do convívio necessário, para dedicar aos mandatos de representação popular. Não foram poucas as madrugadas, sem dormir, por estradas ruins, para cumprir compromissos no interior, nos fins de semanas e voltar à Goiânia, ainda às segundas-feiras, ao plenário da Assembléia, onde deveria estar sempre presente, para não me tornar um deputado gazeteiro. No início não existiam estradas asfaltadas entre Quirinópolis e as cidades vizinhas de Gouvelândia, Inaciolândia, Cachoeira Dourada, Paranaíguara, São Simão, Caçú, Itarumã, Itajá, Lagoa Santa e Aporé. Longe da região Sudoeste estava Itapuranga, o quarto município da pequena base eleitoral da minha primeira eleição de deputado estadual. Para chegar lá era preciso enfrentar um longo trecho de estrada encascalhada e pedregosa, à partir de Itaberaí. O prefeito era o saudoso amigo João Batista da Trindade. Tal como no Extremo-Sudoeste, a cidade era carente de tudo, apesar de seus 18.000 habitantes, na época. Como deputado precisava estar sempre presente em suas bases, para não ser esquecido. Era a maneira de segurar os apoios, pois não passava pela minha cabeça a idéia de comprar diretórios, até porque não possuía dinheiro e não participava de esquemas espúrios, para tanto. Foi uma luta sem trégua, para ajudar os prefeitos a conseguir junto aos governadores Íris Resende Machado, Onofre Quinan e Henrique Santillo e aos Deputados Federais, através de emendas ao orçamento da União, obras, para seus municípios. A lista de conquista é enorme. Por tudo, valeu a pena. Não é possível enumerar todas as conquistas, mas faço um esforço para citar as principais. Cada uma tem uma história, uma espécie de senha, que somente eu e os prefeitos que me ajudaram podemos acessar, isto é, ter delas conhecimento minucioso, de todas as etapas de suas conquistas. Todas foram importantes, mas algumas marcaram mais, pelos seus significados, com foram os casos das Faculdades de Educação Ciências e Letras de Quirinópolis e de Itapuranga, FELCQ e FECLITA, respectivamente, minhas maiores realizações. A seguir, uma relação dos principais conquistas, em meus dois mandatos, como deputado estadual, que se tornaram possíveis graças ao empenho de prefeitos e lideranças municipais, que não devem ser esquecidos, pelas suas imprescindíveis participações.
Quirinópolis.
Asfaltamento de 60 km da rodovia GO-164, para Paranaíguara;
Asfaltamento de 110 km da GO-206, para Cachoeira Dourada;
Compromisso e alocação de recursos para o asfaltamento de
65 km para Caçu;
Construção do Estádio Estadual Bichinho Vieira;
Viabilização e Instalação da Faculdade de Educação Ciências e Letras;
Construção do Colégio Estadual JK;
Doação de 120.000 metros quadrados de asfalto, para a pavimentação.
do Conjunto Rio Preto e do Bairro da Cadeia;
Construção do Conjunto Rio Preto;
Construção do Conjunto Capelinha;
Construção de um graneleiro, no distrito de Gouvelândia;
Construção da Escola Quintiliano Leão;
Construção da Escola Corina Campos Leão;
Extensão de rede de água tratada para vários bairros;
Rede de energia elétrica do povoado do Tocozinho;
Construção de vários quilômetros de redes de energia elétrica,
trifásicas e monofásicas em apoio à agricultura irrigada;
Instalação da Agência Regional da Secretaria Estadual de Saúde;
Doação de 10.000 metros quadrados de asfalto para o
distrito de Gouvelândia;
Instalação da CIRETRAN
Itapuranga.
Construção de 80 km de asfalto, ligando a Heitorai e Itaberai;
Construção e Instalação da Faculdade de Educação, Ciências e Letras;
Construção do Colégio Agoncílio Ferreira;
Construção do Ginásio de Esportes;
Recursos para a duplicação das Avenidas da chegada da cidade;
Construção de 150 casas da Vila Mutirão;
Construção do Conjunto Alvorada;
Construção da ponte sobre o Rio Canastra;
Instalação de telefones s Distritos Guaraíta, Cibele e Diolândia;
Instalação de rede de iluminação pública em Cibele e São José.
Pavimentação de vários bairros;
Expansão da rede de água tratada para vários bairros;
Recursos e equipamentos para instalação do Hospital Municipal
Doação de três tratores para o projeto de microbacias hidrográficas
e lavoura comunitária;
Abertura da agência do Banco do Estado de Goiás, hoje Itaú.
Construção da escola do distrito de Guaraíta.
Instalação da CIRETRAN.
Maurilândia.
Construção de um Ginásio de Esportes;
Construção do Escritório da EMATER;
Abertura do Escritório da Secretaria de Agricultura;
Construção de uma ponte no Rio São Tomás;
Doação de uma ambulância;
Doação de uma viatura policial;
Construção da Vila Mutirão;
Expansão do Ensino Segundo Grau;
Abertura do DETRAN.
Doação de asfalto urbano;
Paranaíguara.
Ligação asfáltica com Quirinópolis;
Construção de um ginásio de esportes;
Construção do escritório da EMATER;
Instalação do escritório da DETRAN;
Reabertura do Hospital Municipal;
Doação de uma viatura policial;
Expansão do ensino Segundo Grau.
São Simão
Ligação asfáltica para Itaguaçu;
Doação de 20.000 metros quadrados de asfalto urbano;
Expansão de rede elétrica para Vila Bela;
Expansão de ensino de Segundo Grau;
Construção de um ginásio de esportes;
Doação de uma viatura policial;
Instalação da CAIXEGO;
Cachoeira Alta
Construção de um ginásio de esportes;
Nova sede para o BEG;
Caçu
Ligação asfáltica para Itarumã;
Construção de um ginásio de esportes;
Construção de sede escritório da EMATER;
Construção da Vila Mutirão;
Expansão ensino de Segundo Grau;
Construção de Terminal Rodoviário;
Doação de asfalto urbano;
Ligações asfálticas da cidade à Go-206;
Itajá
Construção de um ginásio de Esportes;
Ligação asfáltica para Itarumã;
Ligação asfáltica para Aporé;
Ligação asfáltica para Lagoa Santa;
Ligação asfáltica para Cassilândia, via Zeca Pereira;
Duplicação da rodovia de acesso à cidade;
Construção de bueiro Ribeirão São João;
Ampliação de rede de energia elétrica urbana;
Parceria para construção de asfalto urbano;
Parceria para construção de redes pluviais;
Construção de rede energia elétrica para Olaria da Fumaça;
Instalação do DETRAN;
Construção da ponte Zeca Pereira, no rio Aporé;
Perfuração de poço artesiano e rede de distribuição de água de Lagoa Santa;
Construção do Terminal Rodoviário;
Doação de uma viatura policial;
Módulo esportivo com alambrado e vestiário;
Aporé
Construção de Terminal Rodoviário;
Rede de distribuição de água;
Ligação asfáltica com Cassilândia e Itajá;
Construção de ponte sobre rio Aporé;
Doação de 20.000 metros quadrados de asfalto urbano;
Gouvelândia
Construção de um graneleiro para 25.000 toneladas;
Construção do Hospital Municipal;
Doação de 10.000 metros quadrados de asfalto urbano;
Iniciativa do projeto de Emancipação Política do Município;
Construção de um ginásio de esportes;
Ligação asfáltica para Cachoeira Dourada;
Ligação asfáltica para Quirinópolis;
Instalação do BEG;
Abertura da Agenfa Estadual;
Doação de uma viatura de polícia;
Convenio para construção da praça da igreja matriz.

