segunda-feira, 6 de julho de 2026

GO-319 - alegria em espírito do Chico Preto, nosso saudoso pai


Na década de 60,  o então candidato a prefeito,   João Hércules.  - pediu apoio ao senhor Francisco Rosa Ribeiro, o Chico Preto,  que, na época , era comercante e influente lider na região das Sete Lagoas,  Em troca,  Chico Preto exigiu a abertura de 16 km de rodovia. pelo meio da mata,  no espigão  da fazenda do Sr Benedito Rosa,  em linha reta, entre o Tocozinho e o Córrego Grande, fugindo dos gargalos e atoleiros da antiga estrada boiadeira, até então usada

 Eleito, o prefeito João Hércules (1961-1965),  cumpriu a promessa e abriu uma estrada com 12 m de leito,  e reabriu a estrada antiga,  até a Castelândia. 

 Para dar apoio  ao maquinista Natão e ao seu ajudante, o Chico Preto comprou uma camionete,  com a qual levava comida  e  os transportava  nos finais de semana para Quirinópolis. Foram 90 dias de serviço. Em 1966,  Chico Prero foi eleito vereador, sem remuneração, em Quiirnópolis.

A historfia se repetiu, depois de 30 anos de luta, com nosso apoio ao candidato Anderson de Paula,  para prefeito. Ele nos garantiu que eleito , se fosse preciso, pousaria na porta do Palácio,  para que o governador Ronaldo Caiado realizasse esse sonho de Quirinopolis. Eles  estão  executando a obra.

O saudoso Chico  Preto,  com certeza,  vibra em alma, como todo nós,  pela realização deste sonhado benefício.







quarta-feira, 1 de abril de 2026

Recordaçoes do Josě Brasil

Em meados de 1960, o senhor José BonsOlhos ds Fonseca , vulgo Jose Basil,   com seus 70 amos, vivia na regiâo do Córrego Grande, nas Sete Lagoas.

Era um conhecdo e admirado trovador, que valorizava a riqueza , a patria, os benfeitores.  Entre versos sapateava, retorcia as pontas do bigode e ao terminar sua trova gritava vivas de contentemento. E todos os presentes, como em um rito,  apludiam e  tambem davam vivas.

Depois de  movo trago de uma boa cachaça, uma nova trova e mais aplausos.
 Era um tipo inusitado. Único por aquelas bandas.

 Sua cultura parecia ser a sulina, onde, os gauchos de fato, apreciam  trovas, sapateados e vivas como bem fazia o velho Josê Brasil. 



Mané Bernado - mecânico de bicicletas, humorista, violeiro e amigo das crianças das Sete Lagoas

                                  
O senhor Manoel Bernardes era uma figura querida por todos. Por sua alegria, versatilidade, criatividade era um fora de serie da  época.

Em 1958, com 7 anos, conheci aquela interessante figura, que  fazia de tudo para animar seus amigos.

Bom violeiro, cantor, fazedor de graças para as criancas, imitando macacos e outros bichos. Manê era tambem mecânico,  ferreiro, funileiro e  inventor, como de um lampeão à querosene para equipar sua bicicleta. Sehundo ele, quanto mais corria mais iluminava e quando parava nas porteiras, continuava a  funcionar.

Amava jogar damas, baralho e até se arriscava no xadrês. Foi por isso que nos aproximamos.
Aprendi muito com ele, inclusive a vencê-lo. 

A vids nos separou por muiitos anos. Soube que votou comigo em disputas eleitorais que enfrentei. Ja velho volteii a encontrá-lo, em um hospital em Goiânia. Soube que estava muito mal e fui ao seu encontro.

Ao adentrar uma enfermaria, chamei por meu parceiro de dsmas. Ele levantou-se e chamou a atenção de todos os internos. Ola, gente!  Este ai era o menimo que estudava jornal, lá na roça, aos 7 amos de idade. Era diferente das outras crisncas.  que só queriam brincar. Foi estudar em Goiânia. Virou deputado e ajudava todo mundo. Claro que houve um excesso nos elogios. Porque ele continuava gentil e querendo agradar as pessoas.

A emoção daquele reencontro foi grande. Manoel disse que a visita melhorou sua saúde.  Prometi voltar logo, mas no segundo dia, jâ havia recebido alta médica.

Manoel Bernardes veio a falecer pouco tempo depois, mas deixou uma grata lembrança a todos qur assim o conhecerram.

A energia do Deus numa chuva


         

 O presença dos fenômenos naturais que compõe uma chuva nos revelam a  presença de Deus.  

A chuva nos traz  paz, alegria e esperança de um futuro melhor.  A chuva representa  a vida, como o sol,  para toda criação de Deus. 

 A energia de Deus pode ser notada na formação dos ventos, nos clarões dos relâmpagos, nos sons dos trovões e nas mudanças  agradávelis da atmosfera e na transformação das culturas e plantações  após  uma sagrada chuva.

 Experimente os arrepios da captação desta fantástica energia de Deus ao levantar os seus braços para o céu. Voce se sentirá tomado de  grande emoçáo e estará cheio da forca de Deus. 


sábado, 7 de fevereiro de 2026

No Cólégio Eleitoral, por mudança


 

15 de janeiro de 1985: há 41 anos, votei Tancredo Neves

Por consenso das lideranças  do governo de Goiás, decidii-se que representaria Goiás no Colégio Eleitoral, os membros da mesa diretora da ALEGO. Como era o 1º Secretário  tive a honra de participar e votar em Tancredo Neves na memorável reunião do Colégio Eleiroal Brasileiro.

O secretário Geral era o senador goiano Henrique Santillo. Concorria com Tancredo o astuto Paulo Maluf, de Saõ Paulo, que teve a ousadia de me ligar para pedir voto, causando um reboliço na imprensa goiana.

O Colégio Eleitoral encerrou o ciclo da ditadura militar ao eleger Tancredo Neves como o primeiro presidente civil do Brasil em 21 anos. O resultado  consagrou o vencedor,  com 480 votos.A opsição com Paulo Maluf (PDS  obteve 180 votos.

Tancredo adoeceu na véspera da posse e faleceu em 21 de abril de 1985. José Sarney assumiu a presidência e conduziu a transição democrática.



sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Cumprimentos a Ângelo Rosa pelo trabalho desenvolvido


 


CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA APROVA:

De autoria do vereador ANSELMO PEREIRA o requerimento de congratulação do PODER LEGISLATIVO GOIANIENSE, através de seu presidente, ao CHEFE DE GABINETE DA PROCURADORIA-GERAL DO ESTADO DE GOIÁS – ÂNGELO ROSA RIBEIRO pela responsabilidade no desempenho da Função exercida em 2017, após submetido  ao Colendo Plenário daquela Casa de Leis.


No expediente que encaminha ao homenageado, dando conta da aprovação da propositura, em 19/12/2017, o presidente da Casa - ANDREY AZEREDO, destaca os “cumprimentos pelo trabalho desenvolvido”, tal como solicitado pelo ex-presidente da Câmara Municipal de Goiânia-GO. - vereador Anselmo Pereira.


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Diretas-já muda cnoceito da representação de Quirinópolis

 

Foto;  46 anos após

Passadas  as  eleições de 82 e com tres meses de mandato fui escolhido por unnimidade para o cargo de 1º Secretário da Mesa Diretora  da ALEGO.  

Porém, em Quirinópolis,  nossos adversários perocuravam  nos  ridicularizar por não termos conseguido  audiència para o prefeito Sodino Vieira com o governador Iris Resende Machado.

Era um estratégia do governador, receber os prefeitos  para atender pedidos de obras só no segundo ano de governo,  mas isso trazia enorme desgaste, pois o população começava a desconfiar da capacidade de seus representantes e  nosssos adversarios sabiamm criticar com eficácia.

Consultei o prefeito Sodino se topava programar para 22  de  janeiro de 1984,  data do anivrsário da cidade, o primeiro  comício regional pelas Diretas-Ja em Goiás, pois eventos asimm ocorriam em todo o país, exceto em Goiás, por uma deferencia do Iris, com o  general João Figueredo, Presidente da República,  com quem mantinha boa relação.

Com a concordância do prefeito, em menos de uma semana tinha confirmado a presença da 24 deos meus colegas deputados estaduais, 4 deputados feserais, os senadores Lázaro Barbosa e Mauro Borges, além do prtefeito de Goiânia, Nion Albernaz.

O convirte ao  governador Iris Resende deixei em último lugar, quando toda imprensa goiana já estivesse convidada  e já preocupava com sua posição. Eaperei que ele tomasse conbecimento do evento, antes de ser convidado. 

Ao levar ao governador  o convitte do prefeito Sodino Vieira e nosso, lembrei que ele ainda não tinha ido a Quirinópólis, nem recebido o prefeito em audiência  no Palácio e que esse era um momento importante. Ele me olhoju firmenmente,  pçarabenizou -nos pela iniacitiva,  garantiu sua presença e já marcou a audiência, da qual tinha me referido. Foi um alívio para todos nós e o Prefeito levantou  a pauta de reivindicções, que nela continha a construção do Conjunto Rio Preto.

A festa foi monumental. Comparceram 21 dputados estaduais, 4 deputaos feederais, os sensdores Lázaro Barbosa e Mauro Borges, o de prefeito Nion  Albernaz, prefeitos e vereadoses da região e de várias cidades do Estado. Além do próprio Iris Resende, qjue estreou no palanque das Diretas-Já. A população que queria o fim do regime militar compareceu animada para gritar Diretas-Ja!  A imprensa goiana marcou presença e a população compareceu em massa, como ocoria neste tipo de manifestação por todo o pais.

 A repercussão do movimento foi ótima. Mudou o conceito da jovem representação de Quirinópolis. Iniciou-se assim um período de muitas conquistas para a cidade.

Foi um dia histórico para Quirinópolis e  para Goiás.


O que diz a IA:
A campanha Diretas Já teve atuação destacada em Goiás, impulsionada pelo contexto político local de oposição ao regime militar. Um dos primeiros comícios de destaque ocorreu em Goiânia no início de 1983, com movimentações significativas que incluíram atos contra a ditadura e pela democracia, como o de 12 de abril de 1984.
  • Início e Contexto: O movimento contra a ditadura militar teve uma das suas primeiras grandes expressões em um comício realizado em Goiânia em 15 de junho de 1983.
  • Apoio Político: Goiás, sob o governo do MDB com Iris Rezende, alinhou-se às forças oposicionistas que buscavam a aprovação da Emenda Dante de Oliveira.
  • Manifestações: A Praça Cívica em Goiânia foi um ponto focal da campanha, com artistas como Belchior participando de atos pró-eleições diretas na capital goiana em abril de 1984.
  • Rejeição: Apesar da mobilização popular em Goiás e no Brasil, a emenda que garantiria as eleições diretas foi rejeitada em abril de 1984.
Apesar da derrota da emenda, a campanha Diretas Já consolidou a resistência democrática no estado e no país.

Quirinópolis, à parrtir do Córego Ágiua Limpa e da Fortaleza



Em 1832,  procedente de Ouro Preto-MG, chegou à região o seu primeiro explorador,  João Crisóstomo de Oliveira Castro, acompanhado de sua família, um pequeno número de escravos e alguns pertences.

 Após deixar o porto de Santa Rita do Paranaíba, adentrou os cerrados, atravessou o Rio dos Bois e prosseguiu, até encontrar as terras da hoje região da Foraleaa, entre o Córrego Agua Limpa e Rio São Francisco. Ali tomou posse e estabeleceu sua criação de gado.

Daquele ponto, foi conquistando terras, esprramando cochos para o gado e se aproximando do lugar onde se formu o povoado da Capelinha.

Com seu propósito de avançar fronteiras, logo surgiu os primeimros conflitos, notadamente com  Custódio Lemos do Prado, pelos espaços para criação  extensiva de gado.

Quirinópolis, a partir pelo Córrego da Ronda

Um explorador visionário

  Custodio Lemos do Prado  veio de Sâo Paulo para explorar a cruação de gado extensiva, em áreas  ricas em pastagens naturais  nas margens de afluentes  dos Rio Paranaiba .

O explorador Custódio Lemos do Prado  tinha uma  mente aberta e planejava  ações para desenvolver a região que acabava de ocupar.  Oportunizou a chegada de outras famílias, com quem partilhou a exploração das pastagens naturais a beita dos manaciais da região.

Havia o perigo de posseiros por isso a necessidade de se vigiar dia e noite  as terras conquistadas. Rondar continuamente , daí o  nome  Córrego da Ronda, o que era feito sob comando do próprio Custódio Lemos

A saga dis primeiros moradores da região

Pedro Gonçalves Rodrigues - Pedro Cecília, morador do Varjão, casou-se com Carlota Correa Neves,e tiveram os filhos Benedito Gonçalves Rodrigues e Maria Gonçalves Rodrigues que  se tornou esposa de fazendeiro José Inácio. O filho apelidado  Benedito Carlota casou-se com Olimpia  Alves Gouveia, da regiuão de Santa Vitória-MG. Tiveram o filho Antonio Alves Rodrigues, que por su vez se casou com Maria Eduarda Inácio, filha de José Inacio.  Depois disso, Benedito Carlota mudou- se para o Córrego dos Cavalos,  próximo ao Lageado, onde criou suas filhas  Dolina Alves Rodrigues que  se casou com Jeronimo Martins da Silva, filho da pioneira Balduína Martins da Silva. A filha mais nova,  Olina Alves Rodrigues veio a se casar com Francisco Rosa Ribeiro, o Chico Preto, neto do pioneiro Francisco Rosa de Morais. 

Entre os que adquiriram terras na beira do Rio Paranaíba, destaca-se o Joaquim Machado, cujos descendentes  são conhecidos como os  Izidios - Joao Gonçalves Rodrigues  ou Joao  Izidio;  Manoel Goncalves Rodrigues-  o Manoel Izídio, que se imtsslou na regão do corrego Lajeado. Geraldo Goncalves Ridrigues - Geraldo Marreco,  se intalou na regiao do ribeirão do Alegre.

São vários os irmãos Gonçalves Rodrigues espalhados por diversas localidades da  região.

A construção do Porto de São Jerônimo

Ao que parece Custódio Lemos do Prado naõ desjava só para si os frutos do que descobira naquelas bandas o rio Paranaíba, na provincia de Goiaz. Ele tinha em mente ações para desenvolver a região que ocupou.  

Tinha conhecimento de incentivos fiscais do governo federal para ocupação em massa dos solos da região. Tratou de fortalecer essa intenção governamantal. Como um visionário percebeu que   os moradores  de todo  extremo o sudoeste de Goias encontravam grandes dificuldades de mobilidade, para deslocar seus produtos, inclusive pecúarios e buscar mercadorias  principalmente do Triângulo Mineiro,  devido a distância do Porto de Santa Rita do Paranaíba, hoje Itumbiara.

Para facilitar este trajeto, o Custódio Lemos do Prado construiu na margem do Rio Parnaíba, próximo a barra do Córrego da Ronda,  diante da foz do Rio Saõ Jerõnimo, o Porto que por este fato foi denominado.


A vida difícil dos Rosa de Morais

 Enquanto a maioria dos pioneiros optaram por áreas de campos abertos ou varjões para a criacao de gado, os irmãos  Francisco Rosa de Morais, Maria Rosa de Morais e Porfírio Rosa de Morais ocuparam areas da região das Sete Lagias, sobretudo nas margen dos córregos  Fundo e Grande, onde  predominava o latosolo vermelho ou rioxo e a vegetaçao de cerradões ou mata atlãntica. Esta tambem foi a escolha dos conteporâneos de eocupação da região -a famlia Martins. A forma encontrada por estas familias para enfrentar as  adversidade foi unirem-se como se fosse a mesma família.

O pioneiro Chico encontrou nas encostas do Paredão, sua companheria Ana Brígida Martins., filha de Brígida, uma ex-escrava que viera com o pionero Joao Crisóstomo de Oliveia,  o primeiro explorador a chegar por estas  bandas, que ocupou áreas próximas do Córrego Água Limpa, na região da Fortaleza.

Assim, Joaqum Pedro Martins casou-se com  Maria Rosa,  irmã do pioneiro Chico e mudou-se para um local a beira do Rio dos Bois, onde construiram o porto do Quinca Pedro. 

Deste ponto interagiam com a sede onde moravam Chico e  Aninha

Em legítima defesa do patrimônio conquistado

Muito se ouve falar de escaramuças com invasores de terras que chegavam de Minas e Sao Paulo para se instalarem em terras ja ocupadas pelo pioneiros da região.

O Córrego da Ronda tem este nome pela necssidade de se vigiar dia e noite suas margens, o que era feito sob comando do próprio Custódio Lemos

As familias do lugar iam se unindo para defender seus interesses. Assim, não era de se estranhar bravos descendentes dos Rodrigues,  como os filhos da Cecilia,  se juntassem com os do Chico Rosa para estes fins.

Muitas cousas se falam destas parcerias.

O pioneiro  Chico Rosa na Cadeia de capital Goiás Velha

Em uma vagem com meu pai, tivemos que passar por um desvio, de Alvorada-TO para a capital velha de Goiâs. De tepente, meu pai padiu para ver a cadeia daquela cidade. 

Foi aí que falou da prisáo seu avô Chico Rosa, em 1902, após uma condenação em Rio Verde.  O velho teve que ir à pè, com outros condenados,  escoltado por policiais que se deslocavam à cavalo.

Meu pai năo entrou em detalhes, pois não os conhecia, mas sabia que a condenaçâo foi devido a defesa de suas terras invadivas na região.

Por volta de 1914, Chico voltou da prisão. Sua esposa Animha tinha decidido distribuir suas terras para os filhos.

Benedito Rosa, um dos mais velhos liderou a reparticăo. Os irmãos Jovino e Josimo Rosa de Morais  foram para terras a beira do rio dos  Bois, onde já se encontrava a tia Maria Rosa e o Joaquim Pedro Martins.  Zequinha Rosa foi sediado na regiao do Córrego da  Pindaíba. Josina Rosa, que planejava se casar com o Sbastiao Ovidio Ribeiro, foi convencida a permanecer na antiga sede da família.

Para esta definicáo, Bendito Rosa de Morais contou com a ajuda do compadre João Antonio Barbosa com quem Chico Rosa deixou dinheiro e orientações para o caso de necessidade sua filha Josina, que o preocupava bastante. Ao tomar conhecimento do retorno de Chico, João Barbosa o procurou para prestar contas. 

Chivo Rosa voltou doente da prisao. Viveu alguns anos com sua Aninha, mas veio a falecer em 1918.


terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

As contas do governdor Ari Valadão.


 Em 1982, uma  avalanche de votos colocou fim ao regime militar, que ha 18 anos imperava no país. A oposição se uniu e o povo apoiou a luta  pelas eleições diretas e pela volta da democracia. Acuados,  os militares cederam. Em Goiás,  elegeu-se Iris Rezende Machado. 

Para a ALEGO, o movimento elegeu 27 das 41 vagas exixtentes.

O governadoer eleito mostrava as dificuldades deixadas pelo governador Ary Valadão, seu antecessor, que  para inviabilizar o novo goveno  concedeu estabilidade para 50 mil serrvidores.

O TCE - Tribunal de Contas do Estado enviou para a apreciação dos deputados estaduais as contas do governador,  com parecer pela aprovação, o que colocava uma pá de cal sobre os  possíveis desmandos e irregularidades denunciadas na camapnha,  que o povo aprovou.

O processo das contas foi distribuido pelo presidente da Comisão de Constituição e Justiça, deputado Moisés Abrão para  ser relatado pelo deputado Angelo Rosa Ribeiro, que foi surpreendido com decisão.  

Apõs aprofundar a discussão com minha assesra Elina Maria de Souza, vimos que o melhor era preparar um parecer que  mostrasse a imposibilidade da aprovação daquelas contas, por não ser possível verificar os fatos passados. Com certeza, as informações poderiam  estar alteradas,  maquiadas, manipuladas, mas naquela altura dos fatos,  cabia  ao TCE essa verificação. Como o parecer deste  era pela aprovação, restava a opção de votar contra e criar uma  crise com o  orgão fiscalizador, que logo iria apreciar as contas do governador recem eleito.

Levamos  a bancada a decisão, com imediata reação contra. Não vamos votar a favor deste processo, reragiram alguns parlamentares. Ficopu claro que o melhor seria sobrestar a teramitação do processo,   para que os ânimos fossem serenados.  Com o passar do tempo, viu-se qie o melhor seria aprovar as contas e encerrar o asunto.



sábado, 3 de janeiro de 2026

Em 2026, vamos pensar para votar bem.



 Sob a alegação de não respeitar a constitução brasileira,  desrrespeitar preceitos legais,  éticos e morais na administração pública, com omissão de deveres sobres seus  auxiliares e comandados e por  diversas ilicitudes,  o ex- presidente Lula, após deixar o poder, no seu segundo mandato, foi condenado e  recebeu mais de 500 dias de cadeia. Será que serviu para  refletir sobre seu pasado e  melhorar sua conduta para missões futuras?

O ex-presidente Jair Bolsonaro, sucedeu  a presidente Dilma,   apeada do poder por impeachment, apoiado por forte clamor popular contra os governos considerados corruptos do PT. Bolsonaro, navegou nesta onda  e se elegeu presidente.

Todavia, a  oposição   alegava  que Bolsonaro  promovia uma campanha golpista, para se menter no poder.  Teria trabalhado desde o início para  enfraquecer  as instuições nacionais, e por conseguinte,  minar a democracia. 

Bolsonaro, disputou e perdeu a reeleição, para Lula, liberado  pela justiça e reabilitado  politicamente.  Alegou fraude nas  eleições. Para  contestar, teria  reunido e promovido  uma insurreição de apoiadores, com invasão, ocupação das sedes dos poderes de república,  causando depredação de suas instalações e  de pertences do partrimônio nacional. Os insurgentes esperavam  o apoio  das forças armadas, cujos comandantes se esquivaram de dar continuidade ao movimento golpista.  O  ex-presidente  foi responsabilizado e acusado por via judicial  de tentativa de golpe e outros crimes, sendo condemado a longos anos de prisão, tal como se fez com seus parceiros do ousado movimento.

Năo vamos passar pano para essa gente.

Neste 2026, que é  ano de eleições,  mais uma vez teremos a  chance de valorizar o sentimento de nacionalidade,  goianidade ou mesmo de  pertencimento a uma comunidade, e como cidadãos ,  praticar um voto construtivo.

Culrivar o ódio, querer o pior para a nação que devemos amar,  não   expressa o sentimento cristáo, nem é um propósito aceitável.

Que 2026 seja um ano de reflexões proveitosas, de preparaçâo para uma eleição livre, sem a manipulaçăo das elites no poder ou dos gananciosos, que só pensam em si. 

Vamos desde já  observar os que mercem nossa atenção pela suas lutas em favor  do desenvolvimento econômico e  social,  que leva a  geração de empregos, renda e a um mundo melhor para todos. Não deixemos  em segundo plano os que lutam pelas  causas sociais para  melhorar a saúde, educação,  cultura,  segurança pública, apoio  emergencial  na fome,  cuidado com as crianças, idosos, com os que dependem de ajudas especiais; dos grupos discriminados pela sociedde, da extrema pobrerza,  em especial, dos que mais sofrem . 

 Vamos desde já fugir dos candidatos festeiros de ocasião, os que tem passado de desonestidade, de falta de ética,  falhas morais,  bem como os gananciosos, pois estes  querem o poder pelo poder. Será preciso observar os que merecem seu voto pelo que fizeram pela coletividade ou  que poderão vir a fazer pelo seu histórico de luta. 

Observe as redes sociais. Cheque as informações. Saiba que a internet dá asas a imbecís e a mal intencionados, que não respeitam sua inteligêqncia. Eles usam  verdades para chamar sua atenção,  mas no fim mostram seu propósito do mal. Veja tudo com cuidado.  Discuta com seus amigos. As definições ocorrerão no mes anterior as eleições.  Mudar será preciso, se o eleitor tiver a certeza que será para eleger o melhor.

Que 2026 devolva a confiança na juatiça, na política do bem, no império da paz e na  esperança de dias melhores para Quiroinópolis e para toda nação brasileira.

sábado, 6 de dezembro de 2025

Deu sua vida para salvar o amigo Adolfo José D"Abadia

 A vida pelo juiz amigo Adolfo José da Abadia

Em outro momento da história de Quirinópolis, provavelmente no ano de 1924, o senhor Adolfo José da Abadia, na condição de juiz distrital, presidia eleições que na época se realizavam.

 O juiz era a maior e mais respeitada autoridade do lugar. Além disso, tratava-se de um pioneiro, um homem que muito empreendia nessa terra, como agropecuarista e comerciante, dono da Fazenda Engenho da Serra, onde criava gado e produzia o açúcar, que era comercializado na região. Além disso, foi colega do governador  Pedro Ludovico, desde a época de estudos no  Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro.

Logo pela manhã o juiz foi avisado, que José Veloso de Matos, um perigoso pistoleiro,  conhecido por Veloso, por fatos até hoje não bem esclarecidos, encontrava-se nas imediações de sua casa, com a intenção de o eliminar

 Foi aí que, por seu destemor, Sebastião Ovídio Ribeiro, o conhecido Meia Légua foi chamado às pressas, pelo próprio juiz, para dar um jeito no valente Veloso. Sem saída, por ser amigo do juiz, aceitou a missão. Após encontrar e ouvir o fora da lei, convidou-o  para juntos voltarem para a região das Sete Lagoas, onde ambos residiam, convencendo-o a evitar maiores complicações, naquele dia de eleição. 

A poucos quilômetros da cidade, em uma passagem no Córrego Capelinha, Veloso se atrasou, arrancou de sua arma e detonou-a, atingindo pelas costas o seu acompanhante. Ferido na coluna, caiu sob águas do córrego e, já sem forças, Sebastião pediu que não o matasse pelas costas, quando Veloso, virando-o, explicou suas razões, qual era uma ação por vingança.

Soube-se depois, que há anos passados, em uma festa na casa de José Vicente, morador do Paredão, um amigo e parceiro de Sebastião Meia Légua, por nome Orozimbo Mesquita, tentou matar a tiros o Veloso, que alvejado, teve orelha e face perfuradas por uma bala.

O incidente ocorreu porque Veloso, que acabava de  chegar  na festa, exigiu que Meia Légua tocasse um tango, alegando que queria dançar, o que de fato fez, com uma carabina a tiracolo, mal disfarçada sob uma longa capa.  Uma mulher desquitada  e amiga do músico, conhecida por América Teixeira, interveio e pediu que o Sebastião tocasse outra música, mais animada,  chasquenta, no que foi prontamente atendida.

 A divergência se tornou evidente, quando Veloso deu vários tiros debaixo da dançarina, causando enorme correria e um conflito entre ele e Meia Légua, que, impossibilitado de se  movimentar, com uma contusão na perna, então, pediu ao seu amigo Orozimbo, dar cabo ao desordeiro.

Após matar o Sebastião Meia Légua, Veloso fugiu para a fazenda do Coronel Jacintho Honório da Silva, que era amigo do juiz e da família da vítima, onde solicitou um almoço. Disse que não queria de graça, pois pagaria com o revólve da fera das Sete Lagoas que tinha acabado de matar. Conta-se que o jov em Joaquim Quirino, ali presentge,  pegou uma arma para matar o Veloso, mas foi dissuadido pela esposa do coronel. Daí,  Veloso dirigiu-se para o Paredão, onde esteve escondido por alguns dias.

O pedido do Coronel ao Dr Pedro Ludovico

Forte esquema policial foi montado, por iniciativa do influente Coronel Antônio Rodrigues Pereira, sogro do juiz, quando soube que o pistoleiro Veloso, que acabava de matar Meia Légua, tinha sido contratado para matar seu próprio genro. As operações policiais ficaram a cargo do delegado de polícia de Rio Verde, Catulino Viegas, que foi especialmente contratado para dar solução ao caso. Acossado pelos policiais, sob o comando do Tenente João Ferreira, o criminoso fugiu para as proximidades da Ouroana,escondendo-se na fazenda de Atagiba Jaime, parente do intendente Frederico Gonzaga Jaime, portanto uma pessoa influente em Rio Verde. Daí fugiu para o município de Jataí, onde foi capturado, em seu esconderijo, quando ainda dormia. Contido, tentou fugir, mas foi atingido por tiros dos policiais.

Segundo o relato de populares, que o temiam, Veloso era tido também como um grande feiticeiro. Ele era capaz de sumir e aparecer de qualquer lugar. Na dúvida, para que o mesmo tivesse fim, os policiais crivaram-no de balas, mas foi preciso que o informante, José Bento, que os ajudava em sua perseguição, pois conhecia o desenho dos cascos de cavalo do criminoso, contasse que o mesmo possuía, implantado em suas costas, uma imagem de Santo Antônio, que lhe dava proteção. Assim, decidiram arrancá-la e, emseguida, cortar-lhe o pescoço.

Devido à distância e as dificuldades de traslado à época, ali foi enterrado. A pele de seu rosto e sua orelha, marcados por velhas cicatrizes, foram devolvidos, com um bilhete, informando que "o touro foi abatido próximo a Jataí", e entregues ao Cel. Antônio Rodrigues Pereira, que ao conferir as provas, deu uma grande gargalhada.

Este episódio, de forma resumida, foi lembrado no livro de memórias do Dr. PedroLudovico Teixeira, que como médico estava no povoado   Capelinha, cuidando da saúde do Coronel, a pedido de seu amigo Adolfo, quando os portadores chegaram, com a prova da missão cumprida. Ao perguntar-lhe o motivo da grande alegria, o Coronel disse: livreimeu genro da morte certa, não  entrando em pormenores.

O corpo de Sebastião Ovídio Ribeiro teria sido enterrado em um pequeno cemitério nas proximidades da travessia do  Córrego  Capelinha.

Origem e Feitos de Francisco Rosa Ribeiro

 Origem e Feitos de Francisco Rosa Ribeiro

Francisco Rosa Ribeiro, o Chico Preto, como é conhecido, nasceu em

05/10/1915, na região das Sete Lagoas, Distrito de N. S. D’Abadia do Paranaíba,

hoje Quirinópolis. É filho de Sebastião Ovídio Ribeiro e Josina Rosa de Morais.

Eram seus avôs, pelo lado paterno, Antonio Ovídio Ribeiro e Sebastiana Rita de

Jesus, que vieram de Prata - MG, para trabalhar em terras do Coronel Jacinto

Honório. Pelo materno, Francisco Rosa de Morais, pioneiro das Sete Lagoas,

descendente de portugueses e originário de Araxá - MG, que aqui chegou em

1850, para se juntar a Ana de Jesus, filha da ex-escrava Brígida, que pertencia a

escravaria do João Crisóstomo de Oliveira, o primeiro desbravador desta região. O

apelido Chico Preto veio para diferenciá-lo de Chico Rosa, seu avô e de um primo,

que eram brancos.

Francisco Rosa Ribeiro tinha apenas nove anos, quando perdera seu pai.

Como era o filho mais velho, ajudou sua mãe a criar seus irmãos - Azarias, João,

Maria Luca, Luzia e Cristiano. Com eles cuidavam do gado, das plantações e de

outras atividades da fazenda. O Chico Preto desenvolveu sua habilidade como

líder da família e se fez respeitado pelos irmãos, amigos e companheiros.

Aos 35 anos, após uma longa jornada de vida bem intensa, casou-se com

Olina Alves Rodrigues, uma garota de 17 anos, que era filha de Benedito

Gonçalves Rodrigues (Benedito Carlota) e dona Olímpia Alves Rodrigues. Era

neta do casal Pedro Gonçalves Rodrigues (Pedro Cecília) e dona Carlota Correa

Neves, pelo lado paterno. A índia Maria Alves Rodrigues era sua avó, pelo lado

materno. Do casamento citado resultaram os filhos Ângelo, Aldo, Anádio e Arnaldo

Bartolomeu.

Chico Preto, em 1960, era um modesto criador de gado e produtor de leite,

ou melhor, de creme de leite, um subproduto obtido na fazenda, através de

desnatação mecânica, que era vendido a uma fábrica de laticínios, onde se

transformava em manteiga de leite. Por um determinado tempo, no início dos anos

70, dedicou-se a agricultura, ao plantio de arroz de sequeiro, mas devido as

constantes frustrações de safras, por falta de chuvas, teve que abandonar a

lavoura, plantando capim em seu lugar. Como a sua principal atividade era o

comércio, podia se dizer, então, que ele era um comerciante da zona rural.

Todavia, tinha uma grande paixão: a política. E com o passar dos anos se fez um

influente líder político. Antes mesmo de se casar, já era um militante. Foi

coordenador de campanhas de candidatos a prefeito e membro do PSD – Partido

Social Democrático. Era amigo e companheiro político dos ex-prefeitos Joaquim

Quirino Cardoso e Hélio Campos Leão, já falecidos. Este último, uma legenda

política, que por três vezes administrou o município, em suas etapas de

estruturação, tornando-se o seu grande benfeitor.

Como político Chico Preto sempre discutia com seus amigos os problemas

da região e a forma de resolvê-los. Foi o principal articulador das campanhas

eleitorais dos representantes da região. Ajudou seus companheiros Cory Andrade

Oliveira e João Vieira Neto a se elegeram vereador, cada um por dois mandatos

consecutivos e Valdemar Rosa Martins, por um mandato. Chico Preto também

ajudou a eleger como vereadores seus filhos, Anádio Rosa Ribeiro, por um

mandato e Aldo Rosa Ribeiro, por duas legislaturas. Com seu apoio, o filho Ângelo


Rosa Ribeiro se elegeu deputado estadual em 1982 e 1986, consecutivamente.

Este chegou a ocupar por duas vezes o cargo de secretário estadual de

agricultura e de secretário estadual de planejamento e coordenação, nos governos

de Henrique Santillo e Naphtaly Alves. O Chico Preto, pela sua origem humilde,

muito se orgulha de ter como o filho o primeiro deputado de seu partido filho de

Quirinópolis e o primeiro a ocupar cargos de primeiro escalão no governo de

Goiás.

Sua luta política resultou em importantes conquistas para a região das Sete

Lagoas, como abertura e conservação das estradas, construção de pontes,

escolas, assistência a doentes, prestação de serviços, através da contratação de

dentistas, apoio ao esporte e tantos outros benefícios. Em sua fazenda, construiu

e manteve, com ajudas de pais de alunos, por vários anos, uma escola rural

particular, onde os professores José Freire, João Barreto de Souza, Ivani Borges

Costa e Mário Marques de Almeida puderam ajudar mais de 100 alunos a

conquistar a tão necessária alfabetização e os conhecimentos das disciplinas do

ensino fundamental.

Em 1961, apoiou o candidato João Hércules, que se elegeu prefeito

municipal e recebeu dele operários, máquinas e a missão de abrir, pelo meio de

espessa mata, a rodovia que liga o povoado do Tocozinho à Castelândia, obra a

que se dedicou até o seu final.

Em 1965, quando foi indicado, pelos seus companheiros de oposição,

candidato a vereador, a repressão à atividade política era escancaradamente

exercida, em todo lugar. Em Quirinópolis, também, por aqueles que aqui se

aliavam à ditadura militar. Como político, demonstrou coragem e idealismo,

aceitando uma missão que criava indisposição com o poder absoluto e autoritário

dominante. Em algumas oportunidades participou de sessões da Câmara

Municipal, sob cerceamento de militares, que a todos constrangiam. Eram raros

os líderes que na época aceitavam uma candidatura oposicionista, porque temiam

as perseguições políticas. Desta forma, exerceu um importante papel na defesa

dos ideais democráticos ameaçados aqui e em toda parte do país. E tudo isso,

sem nenhuma remuneração, como era, naquele tempo, a atividade do vereador.

Alguns anos se passaram e se tornou vice-presidente do PMDB de

Quirinópolis e mais tarde seu presidente de honra.

Francisco Rosa Ribeiro repassou aos filhos a paixão pela política e o ideal

de servir com alegria, sem nada exigir em troca. Sua esposa Olina Alves Ribeiro,

sempre o acompanhou e sente-se orgulhosa pela luta de seu esposo e seus filhos,

pelo prazer que todos sentem ao servir aos seus semelhantes, sobretudo os

necessitados, pelos quais sempre dedicou sua atenção. Desde que estão juntos,

nunca deixaram de participar de atividades político-partidária. A sua casa esteve

sempre cheia de gente, como seus filhos, parentes, amigos e, claro, os seus

correligionários. Na hora das eleições ninguém fica em cima do muro.

Como homenagem aos pioneiros, Chico Preto sempre dizia: “Só quem

conheceu a região, como conheci, toda coberta de extensos cerrados e matas, tão

atrasada e improdutiva, pode imaginar todas as dificuldades, sofrimento e os

temores porque passaram os pioneiros, porque, naquele tempo, o desconhecido

dominava e representava uma ameaça constante. Um mundão a perder das

vistas, coberto de cerrados, com gente sem instrução e informação, sem


novidades e que pouco produzia. Era preciso viver, tanto quanto hoje é preciso,

mas não existiam vacinas, médicos, disponibilidade de remédios e outros

recursos. Diante de cobras, bichos ferozes, acidentes graves, doenças perigosas,

quase nada se podia fazer, além de pedir a proteção de Deus.

Para modificar aquela realidade muitos companheiros doaram suas vidas. Por isso

é possível avaliar o tamanho da contribuição que estas famílias e seus

descendentes deram, ao longo de muitos anos, para que o município chegasse

aonde chegou, com todas as facilidades que hoje nele existem. Como testemunha

viva de boa parte destes acontecimentos, penso que mereciam ser

homenageados todos os pioneiros, benfeitores e os valorosos trabalhadores

daquela época, nas pessoas de seus descendentes e familiares”.

Qurinópolis: As principais conquista do Deputado Estadual Ângelo Rosa Ribeiro

 Clarões - Qurinópolis: As principais conquista do Deputado Estadual Ângelo Rosa Ribeiro

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angelo rosa ribeiro ribeiro horadoangelo@gmail.com

Anexosdom., 29 de ago. de 2010, 18:24
para mimhoradoangelo.agora

 

As principais conquistas, por municípios.

 

 Eleito deputado estadual, em 1982, com aproximadamente 16 mil votos, quase que exclusivamente concentrados em Quirinópolis, Paranaíguara e Maurilândia, tinha como principal objetivo cumprir os compromissos de campanha e consolidar uma área de influência política de Quirinópolis, na região. Era preciso conquistar parceiros para fortalecer o poder de reivindicação regional, mas isto demandava muito trabalho. Os pontos de convergência eram: proximidade entre os municípios, que facilitava a interação e as carências a serem trabalhadas, como falta de infra-estruturas, baixos desempenhos de setores, como educação, saúde, segurança e de outras áreas a serem enfrentados, já que era acentuado o atraso no Extremo-Sudoeste Goiano.

No final do primeiro mandato, após muita dedicação, com uma equipe de trabalho montada, com gente da própria região, tinha conseguido muitos avanços. Para isso foi importante a ajuda, que sempre precisa ser lembrada, do ex-prefeito de Caçú, Abel Barbosa Guimarães, a época um grande líder da região, a quem tenho enorme dívida de gratidão, pois, através dele, pude ter acesso às lideranças de vários municípios e conquistar seus apoios, que resultaram em parcerias frutíferas, pelos benefícios canalizados para seus municípios e na garantia de em um segundo mandato na Assembléia de Goiás.

 Pude trabalhar ao lado de prefeitos como Sodino Viera de Carvalho, de Quirinópolis; Antonio Resende Sobrinho e José Carlos dos Santos, de Maurilândia; Cícero Gonçalves da Silva e Lázaro Soares de Aquino, de Paranaíguara; Oldack Musa dos Santos, de Caçú; Valdemar de Freitas Sampaio, de Itajá; Adão Alves dos Santos, de Aporé e uma plêiade de lideranças da região, cujos nomes eu pediria permissão para não citar, para não ser injusto com ninguém, já que não foram poucos os presidentes de diretórios partidários, presidentes de Câmaras Municipais, vereadores, presidentes de entidades, como sindicatos, cooperativas e outras que passaram a formar comigo uma rede de trabalho em prol da região.

 O sofrimento foi grande, para o cumprimento desta missão, posso garantir. Até hoje ouço queixas da minha própria família, de quem abri mão do convívio necessário, para dedicar aos mandatos de representação popular. Não foram poucas as madrugadas, sem dormir, por estradas ruins, para cumprir compromissos no interior, nos fins de semanas e voltar à Goiânia, ainda às segundas-feiras, ao plenário da Assembléia, onde deveria estar sempre presente, para não me tornar um deputado gazeteiro. No início não existiam estradas asfaltadas entre Quirinópolis e as cidades vizinhas de Gouvelândia, Inaciolândia, Cachoeira Dourada, Paranaíguara, São Simão, Caçú, Itarumã, Itajá, Lagoa Santa e Aporé. Longe da região Sudoeste estava Itapuranga, o quarto município da pequena base eleitoral da minha primeira eleição de deputado estadual. Para chegar  lá era preciso enfrentar um  longo trecho de estrada encascalhada e pedregosa, à partir de Itaberaí. O prefeito era o saudoso amigo João Batista da Trindade. Tal como no Extremo-Sudoeste, a cidade era carente de tudo, apesar de seus 18.000 habitantes, na época. Como deputado precisava estar sempre presente em suas bases, para não ser esquecido. Era a maneira de segurar os apoios, pois não passava pela minha cabeça a idéia de comprar diretórios, até porque não possuía dinheiro e não participava de esquemas espúrios, para tanto. Foi uma luta sem trégua, para ajudar os prefeitos a conseguir junto aos governadores Íris Resende Machado, Onofre Quinan e Henrique Santillo  e aos Deputados Federais, através de emendas ao orçamento da União, obras, para seus municípios. A lista de conquista é enorme. Por tudo, valeu a pena.  Não é possível enumerar todas as conquistas, mas faço um esforço para citar as principais. Cada uma tem uma história, uma espécie de senha, que somente eu e os prefeitos que me ajudaram podemos acessar, isto é, ter delas conhecimento minucioso, de todas as etapas de suas conquistas. Todas foram importantes, mas algumas marcaram mais, pelos seus significados, com foram os casos das Faculdades de Educação Ciências e Letras de Quirinópolis e de Itapuranga, FELCQ e FECLITA, respectivamente, minhas maiores realizações. A seguir, uma relação dos principais conquistas, em meus dois mandatos, como deputado estadual, que se tornaram possíveis graças ao empenho de prefeitos e lideranças municipais, que não devem ser esquecidos, pelas suas imprescindíveis participações.

 

Quirinópolis.

Asfaltamento de 60 km da rodovia GO-164, para Paranaíguara;

Asfaltamento de 110 km da GO-206, para Cachoeira Dourada;

Compromisso e alocação de recursos para o asfaltamento de

  65 km para Caçu;

Construção do Estádio Estadual Bichinho Vieira;

Viabilização e Instalação da Faculdade de Educação Ciências e Letras;

Construção do Colégio Estadual JK;

Doação de 120.000 metros quadrados de asfalto, para a pavimentação.

  do Conjunto Rio Preto e do Bairro da Cadeia;

Construção do Conjunto Rio Preto;

Construção do Conjunto Capelinha;

Construção de um graneleiro, no distrito de Gouvelândia;

Construção da Escola Quintiliano Leão;

Construção da Escola Corina Campos Leão;

Extensão de rede de água tratada para vários bairros;

Rede de energia elétrica do povoado do Tocozinho;

Construção de vários quilômetros de redes de energia elétrica,

  trifásicas e monofásicas em apoio à agricultura irrigada;

Instalação da Agência Regional da Secretaria Estadual de Saúde;

Doação de 10.000 metros quadrados de asfalto para o

  distrito de Gouvelândia;

Instalação da CIRETRAN

 

Itapuranga.

Construção de 80 km de asfalto, ligando a Heitorai e Itaberai;

Construção e Instalação da Faculdade de Educação, Ciências e Letras;

Construção do Colégio Agoncílio Ferreira;

Construção do Ginásio de Esportes;

Recursos para a duplicação das Avenidas da chegada da cidade;

Construção de 150 casas da Vila Mutirão;

Construção do Conjunto Alvorada;

Construção da ponte sobre o Rio Canastra;

Instalação de telefones s Distritos Guaraíta, Cibele e Diolândia;

Instalação de rede de iluminação pública em Cibele e São José.

Pavimentação de vários bairros;

Expansão da rede de água tratada para vários bairros;

Recursos e equipamentos para instalação  do Hospital Municipal

Doação de três tratores para o projeto de microbacias hidrográficas

  e lavoura comunitária;

Abertura da agência do Banco do Estado de Goiás, hoje Itaú.

Construção da escola do distrito de Guaraíta.

Instalação da CIRETRAN.

 

Maurilândia.

Construção de um Ginásio de Esportes;

Construção do Escritório da EMATER;

Abertura do Escritório da Secretaria de Agricultura;

Construção de uma ponte no Rio São Tomás;

Doação de uma ambulância;

Doação de uma viatura policial;

Construção da Vila Mutirão;

Expansão do Ensino Segundo Grau;

Abertura do DETRAN.

Doação de asfalto urbano;

 

Paranaíguara.

Ligação asfáltica com Quirinópolis;

Construção de um ginásio de esportes;

Construção do escritório da EMATER;

Instalação do escritório da DETRAN;

Reabertura do Hospital Municipal;

Doação de uma viatura policial;

Expansão do ensino Segundo Grau.

 

São Simão

Ligação asfáltica para Itaguaçu;

Doação de 20.000 metros quadrados de asfalto urbano;

Expansão de rede elétrica para Vila Bela;

Expansão de ensino de Segundo Grau;

Construção de um ginásio de esportes;

Doação de uma viatura policial;

Instalação da CAIXEGO;

 

Cachoeira Alta

Construção de um ginásio de esportes;

Nova sede para o BEG;

 

Caçu

Ligação asfáltica para Itarumã;

Construção de um ginásio de esportes;

Construção de sede escritório da EMATER;

Construção da Vila Mutirão;

Expansão ensino de Segundo Grau;

Construção de Terminal Rodoviário;

Doação de asfalto urbano;

Ligações asfálticas da cidade à Go-206;

 

 

 

Itajá

Construção de um ginásio de Esportes;

Ligação asfáltica para Itarumã;

Ligação asfáltica para Aporé;

Ligação asfáltica para Lagoa Santa;

Ligação asfáltica para Cassilândia, via Zeca Pereira;

Duplicação da rodovia de acesso à cidade;

Construção de bueiro Ribeirão São João;

Ampliação de rede de energia elétrica urbana;

Parceria para construção de asfalto urbano;

Parceria para construção de redes pluviais;

Construção de rede energia elétrica para Olaria da Fumaça;

Instalação do DETRAN;

Construção da ponte Zeca Pereira, no rio Aporé;

Perfuração de poço artesiano e rede de distribuição de água de Lagoa Santa;

Construção do Terminal Rodoviário;

Doação de uma viatura policial;

Módulo esportivo com alambrado e vestiário;

 

Aporé

Construção de Terminal Rodoviário;

Rede de distribuição de água;

Ligação asfáltica com Cassilândia e Itajá;

Construção de ponte sobre rio Aporé;

Doação de 20.000 metros quadrados de asfalto urbano;

 

Gouvelândia

Construção de um graneleiro para 25.000 toneladas;

Construção do Hospital Municipal;

Doação de 10.000 metros quadrados de asfalto urbano;

Iniciativa do projeto de Emancipação Política do Município;

Construção de um ginásio de esportes;

Ligação asfáltica para Cachoeira Dourada;

Ligação asfáltica para Quirinópolis;

Instalação do BEG;

Abertura da Agenfa Estadual;

Doação de uma viatura de polícia;

Convenio para construção da praça da igreja matriz.

 

 

 

 

 

 

 

 

  

As principais conquistas, por municípios.

 

 Eleito deputado estadual, em 1982, com aproximadamente 16 mil votos, quase que exclusivamente concentrados em Quirinópolis, Paranaíguara e Maurilândia, tinha como principal objetivo cumprir os compromissos de campanha e consolidar uma área de influência política de Quirinópolis, na região. Era preciso conquistar parceiros para fortalecer o poder de reivindicação regional, mas isto demandava muito trabalho. Os pontos de convergência eram: proximidade entre os municípios, que facilitava a interação e as carências a serem trabalhadas, como falta de infra-estruturas, baixos desempenhos de setores, como educação, saúde, segurança e de outras áreas a serem enfrentados, já que era acentuado o atraso no Extremo-Sudoeste Goiano.

No final do primeiro mandato, após muita dedicação, com uma equipe de trabalho montada, com gente da própria região, tinha conseguido muitos avanços. Para isso foi importante a ajuda, que sempre precisa ser lembrada, do ex-prefeito de Caçú, Abel Barbosa Guimarães, a época um grande líder da região, a quem tenho enorme dívida de gratidão, pois, através dele, pude ter acesso às lideranças de vários municípios e conquistar seus apoios, que resultaram em parcerias frutíferas, pelos benefícios canalizados para seus municípios e na garantia de em um segundo mandato na Assembléia de Goiás.

 Pude trabalhar ao lado de prefeitos como Sodino Viera de Carvalho, de Quirinópolis; Antonio Resende Sobrinho e José Carlos dos Santos, de Maurilândia; Cícero Gonçalves da Silva e Lázaro Soares de Aquino, de Paranaíguara; Oldack Musa dos Santos, de Caçú; Valdemar de Freitas Sampaio, de Itajá; Adão Alves dos Santos, de Aporé e uma plêiade de lideranças da região, cujos nomes eu pediria permissão para não citar, para não ser injusto com ninguém, já que não foram poucos os presidentes de diretórios partidários, presidentes de Câmaras Municipais, vereadores, presidentes de entidades, como sindicatos, cooperativas e outras que passaram a formar comigo uma rede de trabalho em prol da região.

 O sofrimento foi grande, para o cumprimento desta missão, posso garantir. Até hoje ouço queixas da minha própria família, de quem abri mão do convívio necessário, para dedicar aos mandatos de representação popular. Não foram poucas as madrugadas, sem dormir, por estradas ruins, para cumprir compromissos no interior, nos fins de semanas e voltar à Goiânia, ainda às segundas-feiras, ao plenário da Assembléia, onde deveria estar sempre presente, para não me tornar um deputado gazeteiro. No início não existiam estradas asfaltadas entre Quirinópolis e as cidades vizinhas de Gouvelândia, Inaciolândia, Cachoeira Dourada, Paranaíguara, São Simão, Caçú, Itarumã, Itajá, Lagoa Santa e Aporé. Longe da região Sudoeste estava Itapuranga, o quarto município da pequena base eleitoral da minha primeira eleição de deputado estadual. Para chegar  lá era preciso enfrentar um  longo trecho de estrada encascalhada e pedregosa, à partir de Itaberaí. O prefeito era o saudoso amigo João Batista da Trindade. Tal como no Extremo-Sudoeste, a cidade era carente de tudo, apesar de seus 18.000 habitantes, na época. Como deputado precisava estar sempre presente em suas bases, para não ser esquecido. Era a maneira de segurar os apoios, pois não passava pela minha cabeça a idéia de comprar diretórios, até porque não possuía dinheiro e não participava de esquemas espúrios, para tanto. Foi uma luta sem trégua, para ajudar os prefeitos a conseguir junto aos governadores Íris Resende Machado, Onofre Quinan e Henrique Santillo  e aos Deputados Federais, através de emendas ao orçamento da União, obras, para seus municípios. A lista de conquista é enorme. Por tudo, valeu a pena.  Não é possível enumerar todas as conquistas, mas faço um esforço para citar as principais. Cada uma tem uma história, uma espécie de senha, que somente eu e os prefeitos que me ajudaram podemos acessar, isto é, ter delas conhecimento minucioso, de todas as etapas de suas conquistas. Todas foram importantes, mas algumas marcaram mais, pelos seus significados, com foram os casos das Faculdades de Educação Ciências e Letras de Quirinópolis e de Itapuranga, FELCQ e FECLITA, respectivamente, minhas maiores realizações. A seguir, uma relação dos principais conquistas, em meus dois mandatos, como deputado estadual, que se tornaram possíveis graças ao empenho de prefeitos e lideranças municipais, que não devem ser esquecidos, pelas suas imprescindíveis participações.

 

Quirinópolis.

Asfaltamento de 60 km da rodovia GO-164, para Paranaíguara;

Asfaltamento de 110 km da GO-206, para Cachoeira Dourada;

Compromisso e alocação de recursos para o asfaltamento de

  65 km para Caçu;

Construção do Estádio Estadual Bichinho Vieira;

Viabilização e Instalação da Faculdade de Educação Ciências e Letras;

Construção do Colégio Estadual JK;

Doação de 120.000 metros quadrados de asfalto, para a pavimentação.

  do Conjunto Rio Preto e do Bairro da Cadeia;

Construção do Conjunto Rio Preto;

Construção do Conjunto Capelinha;

Construção de um graneleiro, no distrito de Gouvelândia;

Construção da Escola Quintiliano Leão;

Construção da Escola Corina Campos Leão;

Extensão de rede de água tratada para vários bairros;

Rede de energia elétrica do povoado do Tocozinho;

Construção de vários quilômetros de redes de energia elétrica,

  trifásicas e monofásicas em apoio à agricultura irrigada;

Instalação da Agência Regional da Secretaria Estadual de Saúde;

Doação de 10.000 metros quadrados de asfalto para o

  distrito de Gouvelândia;

Instalação da CIRETRAN

 

Itapuranga.

Construção de 80 km de asfalto, ligando a Heitorai e Itaberai;

Construção e Instalação da Faculdade de Educação, Ciências e Letras;

Construção do Colégio Agoncílio Ferreira;

Construção do Ginásio de Esportes;

Recursos para a duplicação das Avenidas da chegada da cidade;

Construção de 150 casas da Vila Mutirão;

Construção do Conjunto Alvorada;

Construção da ponte sobre o Rio Canastra;

Instalação de telefones s Distritos Guaraíta, Cibele e Diolândia;

Instalação de rede de iluminação pública em Cibele e São José.

Pavimentação de vários bairros;

Expansão da rede de água tratada para vários bairros;

Recursos e equipamentos para instalação  do Hospital Municipal

Doação de três tratores para o projeto de microbacias hidrográficas

  e lavoura comunitária;

Abertura da agência do Banco do Estado de Goiás, hoje Itaú.

Construção da escola do distrito de Guaraíta.

Instalação da CIRETRAN.

 

Maurilândia.

Construção de um Ginásio de Esportes;

Construção do Escritório da EMATER;

Abertura do Escritório da Secretaria de Agricultura;

Construção de uma ponte no Rio São Tomás;

Doação de uma ambulância;

Doação de uma viatura policial;

Construção da Vila Mutirão;

Expansão do Ensino Segundo Grau;

Abertura do DETRAN.

Doação de asfalto urbano;

 

Paranaíguara.

Ligação asfáltica com Quirinópolis;

Construção de um ginásio de esportes;

Construção do escritório da EMATER;

Instalação do escritório da DETRAN;

Reabertura do Hospital Municipal;

Doação de uma viatura policial;

Expansão do ensino Segundo Grau.

 

São Simão

Ligação asfáltica para Itaguaçu;

Doação de 20.000 metros quadrados de asfalto urbano;

Expansão de rede elétrica para Vila Bela;

Expansão de ensino de Segundo Grau;

Construção de um ginásio de esportes;

Doação de uma viatura policial;

Instalação da CAIXEGO;

 

Cachoeira Alta

Construção de um ginásio de esportes;

Nova sede para o BEG;

 

Caçu

Ligação asfáltica para Itarumã;

Construção de um ginásio de esportes;

Construção de sede escritório da EMATER;

Construção da Vila Mutirão;

Expansão ensino de Segundo Grau;

Construção de Terminal Rodoviário;

Doação de asfalto urbano;

Ligações asfálticas da cidade à Go-206;

 

 

 

Itajá

Construção de um ginásio de Esportes;

Ligação asfáltica para Itarumã;

Ligação asfáltica para Aporé;

Ligação asfáltica para Lagoa Santa;

Ligação asfáltica para Cassilândia, via Zeca Pereira;

Duplicação da rodovia de acesso à cidade;

Construção de bueiro Ribeirão São João;

Ampliação de rede de energia elétrica urbana;

Parceria para construção de asfalto urbano;

Parceria para construção de redes pluviais;

Construção de rede energia elétrica para Olaria da Fumaça;

Instalação do DETRAN;

Construção da ponte Zeca Pereira, no rio Aporé;

Perfuração de poço artesiano e rede de distribuição de água de Lagoa Santa;

Construção do Terminal Rodoviário;

Doação de uma viatura policial;

Módulo esportivo com alambrado e vestiário;

 

Aporé

Construção de Terminal Rodoviário;

Rede de distribuição de água;

Ligação asfáltica com Cassilândia e Itajá;

Construção de ponte sobre rio Aporé;

Doação de 20.000 metros quadrados de asfalto urbano;

 

Gouvelândia

Construção de um graneleiro para 25.000 toneladas;

Construção do Hospital Municipal;

Doação de 10.000 metros quadrados de asfalto urbano;

Iniciativa do projeto de Emancipação Política do Município;

Construção de um ginásio de esportes;

Ligação asfáltica para Cachoeira Dourada;

Ligação asfáltica para Quirinópolis;

Instalação do BEG;

Abertura da Agenfa Estadual;

Doação de uma viatura de polícia;

Convenio para construção da praça da igreja matriz.

 

 

 

 

 

 

 

 

  

As principais conquistas, por municípios.

 

 Eleito deputado estadual, em 1982, com aproximadamente 16 mil votos, quase que exclusivamente concentrados em Quirinópolis, Paranaíguara e Maurilândia, tinha como principal objetivo cumprir os compromissos de campanha e consolidar uma área de influência política de Quirinópolis, na região. Era preciso conquistar parceiros para fortalecer o poder de reivindicação regional, mas isto demandava muito trabalho. Os pontos de convergência eram: proximidade entre os municípios, que facilitava a interação e as carências a serem trabalhadas, como falta de infra-estruturas, baixos desempenhos de setores, como educação, saúde, segurança e de outras áreas a serem enfrentados, já que era acentuado o atraso no Extremo-Sudoeste Goiano.

No final do primeiro mandato, após muita dedicação, com uma equipe de trabalho montada, com gente da própria região, tinha conseguido muitos avanços. Para isso foi importante a ajuda, que sempre precisa ser lembrada, do ex-prefeito de Caçú, Abel Barbosa Guimarães, a época um grande líder da região, a quem tenho enorme dívida de gratidão, pois, através dele, pude ter acesso às lideranças de vários municípios e conquistar seus apoios, que resultaram em parcerias frutíferas, pelos benefícios canalizados para seus municípios e na garantia de em um segundo mandato na Assembléia de Goiás.

 Pude trabalhar ao lado de prefeitos como Sodino Viera de Carvalho, de Quirinópolis; Antonio Resende Sobrinho e José Carlos dos Santos, de Maurilândia; Cícero Gonçalves da Silva e Lázaro Soares de Aquino, de Paranaíguara; Oldack Musa dos Santos, de Caçú; Valdemar de Freitas Sampaio, de Itajá; Adão Alves dos Santos, de Aporé e uma plêiade de lideranças da região, cujos nomes eu pediria permissão para não citar, para não ser injusto com ninguém, já que não foram poucos os presidentes de diretórios partidários, presidentes de Câmaras Municipais, vereadores, presidentes de entidades, como sindicatos, cooperativas e outras que passaram a formar comigo uma rede de trabalho em prol da região.

 O sofrimento foi grande, para o cumprimento desta missão, posso garantir. Até hoje ouço queixas da minha própria família, de quem abri mão do convívio necessário, para dedicar aos mandatos de representação popular. Não foram poucas as madrugadas, sem dormir, por estradas ruins, para cumprir compromissos no interior, nos fins de semanas e voltar à Goiânia, ainda às segundas-feiras, ao plenário da Assembléia, onde deveria estar sempre presente, para não me tornar um deputado gazeteiro. No início não existiam estradas asfaltadas entre Quirinópolis e as cidades vizinhas de Gouvelândia, Inaciolândia, Cachoeira Dourada, Paranaíguara, São Simão, Caçú, Itarumã, Itajá, Lagoa Santa e Aporé. Longe da região Sudoeste estava Itapuranga, o quarto município da pequena base eleitoral da minha primeira eleição de deputado estadual. Para chegar  lá era preciso enfrentar um  longo trecho de estrada encascalhada e pedregosa, à partir de Itaberaí. O prefeito era o saudoso amigo João Batista da Trindade. Tal como no Extremo-Sudoeste, a cidade era carente de tudo, apesar de seus 18.000 habitantes, na época. Como deputado precisava estar sempre presente em suas bases, para não ser esquecido. Era a maneira de segurar os apoios, pois não passava pela minha cabeça a idéia de comprar diretórios, até porque não possuía dinheiro e não participava de esquemas espúrios, para tanto. Foi uma luta sem trégua, para ajudar os prefeitos a conseguir junto aos governadores Íris Resende Machado, Onofre Quinan e Henrique Santillo  e aos Deputados Federais, através de emendas ao orçamento da União, obras, para seus municípios. A lista de conquista é enorme. Por tudo, valeu a pena.  Não é possível enumerar todas as conquistas, mas faço um esforço para citar as principais. Cada uma tem uma história, uma espécie de senha, que somente eu e os prefeitos que me ajudaram podemos acessar, isto é, ter delas conhecimento minucioso, de todas as etapas de suas conquistas. Todas foram importantes, mas algumas marcaram mais, pelos seus significados, com foram os casos das Faculdades de Educação Ciências e Letras de Quirinópolis e de Itapuranga, FELCQ e FECLITA, respectivamente, minhas maiores realizações. A seguir, uma relação dos principais conquistas, em meus dois mandatos, como deputado estadual, que se tornaram possíveis graças ao empenho de prefeitos e lideranças municipais, que não devem ser esquecidos, pelas suas imprescindíveis participações.

 

Quirinópolis.

Asfaltamento de 60 km da rodovia GO-164, para Paranaíguara;

Asfaltamento de 110 km da GO-206, para Cachoeira Dourada;

Compromisso e alocação de recursos para o asfaltamento de

  65 km para Caçu;

Construção do Estádio Estadual Bichinho Vieira;

Viabilização e Instalação da Faculdade de Educação Ciências e Letras;

Construção do Colégio Estadual JK;

Doação de 120.000 metros quadrados de asfalto, para a pavimentação.

  do Conjunto Rio Preto e do Bairro da Cadeia;

Construção do Conjunto Rio Preto;

Construção do Conjunto Capelinha;

Construção de um graneleiro, no distrito de Gouvelândia;

Construção da Escola Quintiliano Leão;

Construção da Escola Corina Campos Leão;

Extensão de rede de água tratada para vários bairros;

Rede de energia elétrica do povoado do Tocozinho;

Construção de vários quilômetros de redes de energia elétrica,

  trifásicas e monofásicas em apoio à agricultura irrigada;

Instalação da Agência Regional da Secretaria Estadual de Saúde;

Doação de 10.000 metros quadrados de asfalto para o

  distrito de Gouvelândia;

Instalação da CIRETRAN

 

Itapuranga.

Construção de 80 km de asfalto, ligando a Heitorai e Itaberai;

Construção e Instalação da Faculdade de Educação, Ciências e Letras;

Construção do Colégio Agoncílio Ferreira;

Construção do Ginásio de Esportes;

Recursos para a duplicação das Avenidas da chegada da cidade;

Construção de 150 casas da Vila Mutirão;

Construção do Conjunto Alvorada;

Construção da ponte sobre o Rio Canastra;

Instalação de telefones s Distritos Guaraíta, Cibele e Diolândia;

Instalação de rede de iluminação pública em Cibele e São José.

Pavimentação de vários bairros;

Expansão da rede de água tratada para vários bairros;

Recursos e equipamentos para instalação  do Hospital Municipal

Doação de três tratores para o projeto de microbacias hidrográficas

  e lavoura comunitária;

Abertura da agência do Banco do Estado de Goiás, hoje Itaú.

Construção da escola do distrito de Guaraíta.

Instalação da CIRETRAN.

 

Maurilândia.

Construção de um Ginásio de Esportes;

Construção do Escritório da EMATER;

Abertura do Escritório da Secretaria de Agricultura;

Construção de uma ponte no Rio São Tomás;

Doação de uma ambulância;

Doação de uma viatura policial;

Construção da Vila Mutirão;

Expansão do Ensino Segundo Grau;

Abertura do DETRAN.

Doação de asfalto urbano;

 

Paranaíguara.

Ligação asfáltica com Quirinópolis;

Construção de um ginásio de esportes;

Construção do escritório da EMATER;

Instalação do escritório da DETRAN;

Reabertura do Hospital Municipal;

Doação de uma viatura policial;

Expansão do ensino Segundo Grau.

 

São Simão

Ligação asfáltica para Itaguaçu;

Doação de 20.000 metros quadrados de asfalto urbano;

Expansão de rede elétrica para Vila Bela;

Expansão de ensino de Segundo Grau;

Construção de um ginásio de esportes;

Doação de uma viatura policial;

Instalação da CAIXEGO;

 

Cachoeira Alta

Construção de um ginásio de esportes;

Nova sede para o BEG;

 

Caçu

Ligação asfáltica para Itarumã;

Construção de um ginásio de esportes;

Construção de sede escritório da EMATER;

Construção da Vila Mutirão;

Expansão ensino de Segundo Grau;

Construção de Terminal Rodoviário;

Doação de asfalto urbano;

Ligações asfálticas da cidade à Go-206;

 

 

 

Itajá

Construção de um ginásio de Esportes;

Ligação asfáltica para Itarumã;

Ligação asfáltica para Aporé;

Ligação asfáltica para Lagoa Santa;

Ligação asfáltica para Cassilândia, via Zeca Pereira;

Duplicação da rodovia de acesso à cidade;

Construção de bueiro Ribeirão São João;

Ampliação de rede de energia elétrica urbana;

Parceria para construção de asfalto urbano;

Parceria para construção de redes pluviais;

Construção de rede energia elétrica para Olaria da Fumaça;

Instalação do DETRAN;

Construção da ponte Zeca Pereira, no rio Aporé;

Perfuração de poço artesiano e rede de distribuição de água de Lagoa Santa;

Construção do Terminal Rodoviário;

Doação de uma viatura policial;

Módulo esportivo com alambrado e vestiário;

 

Aporé

Construção de Terminal Rodoviário;

Rede de distribuição de água;

Ligação asfáltica com Cassilândia e Itajá;

Construção de ponte sobre rio Aporé;

Doação de 20.000 metros quadrados de asfalto urbano;

 

Gouvelândia

Construção de um graneleiro para 25.000 toneladas;

Construção do Hospital Municipal;

Doação de 10.000 metros quadrados de asfalto urbano;

Iniciativa do projeto de Emancipação Política do Município;

Construção de um ginásio de esportes;

Ligação asfáltica para Cachoeira Dourada;

Ligação asfáltica para Quirinópolis;

Instalação do BEG;

Abertura da Agenfa Estadual;

Doação de uma viatura de polícia;

Convenio para construção da praça da igreja matriz.

 

 

 

 

 

 

 

 

  

As principais conquistas, por municípios.

 

 Eleito deputado estadual, em 1982, com aproximadamente 16 mil votos, quase que exclusivamente concentrados em Quirinópolis, Paranaíguara e Maurilândia, tinha como principal objetivo cumprir os compromissos de campanha e consolidar uma área de influência política de Quirinópolis, na região. Era preciso conquistar parceiros para fortalecer o poder de reivindicação regional, mas isto demandava muito trabalho. Os pontos de convergência eram: proximidade entre os municípios, que facilitava a interação e as carências a serem trabalhadas, como falta de infra-estruturas, baixos desempenhos de setores, como educação, saúde, segurança e de outras áreas a serem enfrentados, já que era acentuado o atraso no Extremo-Sudoeste Goiano.

No final do primeiro mandato, após muita dedicação, com uma equipe de trabalho montada, com gente da própria região, tinha conseguido muitos avanços. Para isso foi importante a ajuda, que sempre precisa ser lembrada, do ex-prefeito de Caçú, Abel Barbosa Guimarães, a época um grande líder da região, a quem tenho enorme dívida de gratidão, pois, através dele, pude ter acesso às lideranças de vários municípios e conquistar seus apoios, que resultaram em parcerias frutíferas, pelos benefícios canalizados para seus municípios e na garantia de em um segundo mandato na Assembléia de Goiás.

 Pude trabalhar ao lado de prefeitos como Sodino Viera de Carvalho, de Quirinópolis; Antonio Resende Sobrinho e José Carlos dos Santos, de Maurilândia; Cícero Gonçalves da Silva e Lázaro Soares de Aquino, de Paranaíguara; Oldack Musa dos Santos, de Caçú; Valdemar de Freitas Sampaio, de Itajá; Adão Alves dos Santos, de Aporé e uma plêiade de lideranças da região, cujos nomes eu pediria permissão para não citar, para não ser injusto com ninguém, já que não foram poucos os presidentes de diretórios partidários, presidentes de Câmaras Municipais, vereadores, presidentes de entidades, como sindicatos, cooperativas e outras que passaram a formar comigo uma rede de trabalho em prol da região.

 O sofrimento foi grande, para o cumprimento desta missão, posso garantir. Até hoje ouço queixas da minha própria família, de quem abri mão do convívio necessário, para dedicar aos mandatos de representação popular. Não foram poucas as madrugadas, sem dormir, por estradas ruins, para cumprir compromissos no interior, nos fins de semanas e voltar à Goiânia, ainda às segundas-feiras, ao plenário da Assembléia, onde deveria estar sempre presente, para não me tornar um deputado gazeteiro. No início não existiam estradas asfaltadas entre Quirinópolis e as cidades vizinhas de Gouvelândia, Inaciolândia, Cachoeira Dourada, Paranaíguara, São Simão, Caçú, Itarumã, Itajá, Lagoa Santa e Aporé. Longe da região Sudoeste estava Itapuranga, o quarto município da pequena base eleitoral da minha primeira eleição de deputado estadual. Para chegar  lá era preciso enfrentar um  longo trecho de estrada encascalhada e pedregosa, à partir de Itaberaí. O prefeito era o saudoso amigo João Batista da Trindade. Tal como no Extremo-Sudoeste, a cidade era carente de tudo, apesar de seus 18.000 habitantes, na época. Como deputado precisava estar sempre presente em suas bases, para não ser esquecido. Era a maneira de segurar os apoios, pois não passava pela minha cabeça a idéia de comprar diretórios, até porque não possuía dinheiro e não participava de esquemas espúrios, para tanto. Foi uma luta sem trégua, para ajudar os prefeitos a conseguir junto aos governadores Íris Resende Machado, Onofre Quinan e Henrique Santillo  e aos Deputados Federais, através de emendas ao orçamento da União, obras, para seus municípios. A lista de conquista é enorme. Por tudo, valeu a pena.  Não é possível enumerar todas as conquistas, mas faço um esforço para citar as principais. Cada uma tem uma história, uma espécie de senha, que somente eu e os prefeitos que me ajudaram podemos acessar, isto é, ter delas conhecimento minucioso, de todas as etapas de suas conquistas. Todas foram importantes, mas algumas marcaram mais, pelos seus significados, com foram os casos das Faculdades de Educação Ciências e Letras de Quirinópolis e de Itapuranga, FELCQ e FECLITA, respectivamente, minhas maiores realizações. A seguir, uma relação dos principais conquistas, em meus dois mandatos, como deputado estadual, que se tornaram possíveis graças ao empenho de prefeitos e lideranças municipais, que não devem ser esquecidos, pelas suas imprescindíveis participações.

 

Quirinópolis.

Asfaltamento de 60 km da rodovia GO-164, para Paranaíguara;

Asfaltamento de 110 km da GO-206, para Cachoeira Dourada;

Compromisso e alocação de recursos para o asfaltamento de

  65 km para Caçu;

Construção do Estádio Estadual Bichinho Vieira;

Viabilização e Instalação da Faculdade de Educação Ciências e Letras;

Construção do Colégio Estadual JK;

Doação de 120.000 metros quadrados de asfalto, para a pavimentação.

  do Conjunto Rio Preto e do Bairro da Cadeia;

Construção do Conjunto Rio Preto;

Construção do Conjunto Capelinha;

Construção de um graneleiro, no distrito de Gouvelândia;

Construção da Escola Quintiliano Leão;

Construção da Escola Corina Campos Leão;

Extensão de rede de água tratada para vários bairros;

Rede de energia elétrica do povoado do Tocozinho;

Construção de vários quilômetros de redes de energia elétrica,

  trifásicas e monofásicas em apoio à agricultura irrigada;

Instalação da Agência Regional da Secretaria Estadual de Saúde;

Doação de 10.000 metros quadrados de asfalto para o

  distrito de Gouvelândia;

Instalação da CIRETRAN

 

Itapuranga.

Construção de 80 km de asfalto, ligando a Heitorai e Itaberai;

Construção e Instalação da Faculdade de Educação, Ciências e Letras;

Construção do Colégio Agoncílio Ferreira;

Construção do Ginásio de Esportes;

Recursos para a duplicação das Avenidas da chegada da cidade;

Construção de 150 casas da Vila Mutirão;

Construção do Conjunto Alvorada;

Construção da ponte sobre o Rio Canastra;

Instalação de telefones s Distritos Guaraíta, Cibele e Diolândia;

Instalação de rede de iluminação pública em Cibele e São José.

Pavimentação de vários bairros;

Expansão da rede de água tratada para vários bairros;

Recursos e equipamentos para instalação  do Hospital Municipal

Doação de três tratores para o projeto de microbacias hidrográficas

  e lavoura comunitária;

Abertura da agência do Banco do Estado de Goiás, hoje Itaú.

Construção da escola do distrito de Guaraíta.

Instalação da CIRETRAN.

 

Maurilândia.

Construção de um Ginásio de Esportes;

Construção do Escritório da EMATER;

Abertura do Escritório da Secretaria de Agricultura;

Construção de uma ponte no Rio São Tomás;

Doação de uma ambulância;

Doação de uma viatura policial;

Construção da Vila Mutirão;

Expansão do Ensino Segundo Grau;

Abertura do DETRAN.

Doação de asfalto urbano;

 

Paranaíguara.

Ligação asfáltica com Quirinópolis;

Construção de um ginásio de esportes;

Construção do escritório da EMATER;

Instalação do escritório da DETRAN;

Reabertura do Hospital Municipal;

Doação de uma viatura policial;

Expansão do ensino Segundo Grau.

 

São Simão

Ligação asfáltica para Itaguaçu;

Doação de 20.000 metros quadrados de asfalto urbano;

Expansão de rede elétrica para Vila Bela;

Expansão de ensino de Segundo Grau;

Construção de um ginásio de esportes;

Doação de uma viatura policial;

Instalação da CAIXEGO;

 

Cachoeira Alta

Construção de um ginásio de esportes;

Nova sede para o BEG;

 

Caçu

Ligação asfáltica para Itarumã;

Construção de um ginásio de esportes;

Construção de sede escritório da EMATER;

Construção da Vila Mutirão;

Expansão ensino de Segundo Grau;

Construção de Terminal Rodoviário;

Doação de asfalto urbano;

Ligações asfálticas da cidade à Go-206;

 

 

 

Itajá

Construção de um ginásio de Esportes;

Ligação asfáltica para Itarumã;

Ligação asfáltica para Aporé;

Ligação asfáltica para Lagoa Santa;

Ligação asfáltica para Cassilândia, via Zeca Pereira;

Duplicação da rodovia de acesso à cidade;

Construção de bueiro Ribeirão São João;

Ampliação de rede de energia elétrica urbana;

Parceria para construção de asfalto urbano;

Parceria para construção de redes pluviais;

Construção de rede energia elétrica para Olaria da Fumaça;

Instalação do DETRAN;

Construção da ponte Zeca Pereira, no rio Aporé;

Perfuração de poço artesiano e rede de distribuição de água de Lagoa Santa;

Construção do Terminal Rodoviário;

Doação de uma viatura policial;

Módulo esportivo com alambrado e vestiário;

 

Aporé

Construção de Terminal Rodoviário;

Rede de distribuição de água;

Ligação asfáltica com Cassilândia e Itajá;

Construção de ponte sobre rio Aporé;

Doação de 20.000 metros quadrados de asfalto urbano;

 

Gouvelândia

Construção de um graneleiro para 25.000 toneladas;

Construção do Hospital Municipal;

Doação de 10.000 metros quadrados de asfalto urbano;

Iniciativa do projeto de Emancipação Política do Município;

Construção de um ginásio de esportes;

Ligação asfáltica para Cachoeira Dourada;

Ligação asfáltica para Quirinópolis;

Instalação do BEG;

Abertura da Agenfa Estadual;

Doação de uma viatura de polícia;

Convenio para construção da praça da igreja matriz.