Um explorador visionário
Custodio Lemos do Prado veio de Sâo Paulo para explorar a cruação de gado extensiva, em áreas ricas em pastagens naturais nas margens de afluentes dos Rio Paranaiba .
O explorador Custódio Lemos do Prado tinha uma mente aberta e planejava ações para desenvolver a região que acabava de ocupar. Oportunizou a chegada de outras famílias, com quem partilhou a exploração das pastagens naturais a beita dos manaciais da região.
Havia o perigo de posseiros por isso a necessidade de se vigiar dia e noite as terras conquistadas. Rondar continuamente , daí o nome Córrego da Ronda, o que era feito sob comando do próprio Custódio Lemos
A saga dis primeiros moradores da região
Pedro Gonçalves Rodrigues - Pedro Cecília, morador do Varjão, casou-se com Carlota Correa Neves,e tiveram os filhos Benedito Gonçalves Rodrigues e Maria Gonçalves Rodrigues que se tornou esposa de fazendeiro José Inácio. O filho apelidado Benedito Carlota casou-se com Olimpia Alves Gouveia, da regiuão de Santa Vitória-MG. Tiveram o filho Antonio Alves Rodrigues, que por su vez se casou com Maria Eduarda Inácio, filha de José Inacio. Depois disso, Benedito Carlota mudou- se para o Córrego dos Cavalos, próximo ao Lageado, onde criou suas filhas Dolina Alves Rodrigues que se casou com Jeronimo Martins da Silva, filho da pioneira Balduína Martins da Silva. A filha mais nova, Olina Alves Rodrigues veio a se casar com Francisco Rosa Ribeiro, o Chico Preto, neto do pioneiro Francisco Rosa de Morais.
Entre os que adquiriram terras na beira do Rio Paranaíba, destaca-se o Joaquim Machado, cujos descendentes são conhecidos como os Izidios - Joao Gonçalves Rodrigues ou Joao Izidio; Manoel Goncalves Rodrigues- o Manoel Izídio, que se imtsslou na regão do corrego Lajeado. Geraldo Goncalves Ridrigues - Geraldo Marreco, se intalou na regiao do ribeirão do Alegre.
São vários os irmãos Gonçalves Rodrigues espalhados por diversas localidades da região.
A construção do Porto de São Jerônimo
Ao que parece Custódio Lemos do Prado naõ desjava só para si os frutos do que descobira naquelas bandas o rio Paranaíba, na provincia de Goiaz. Ele tinha em mente ações para desenvolver a região que ocupou.
Tinha conhecimento de incentivos fiscais do governo federal para ocupação em massa dos solos da região. Tratou de fortalecer essa intenção governamantal. Como um visionário percebeu que os moradores de todo extremo o sudoeste de Goias encontravam grandes dificuldades de mobilidade, para deslocar seus produtos, inclusive pecúarios e buscar mercadorias principalmente do Triângulo Mineiro, devido a distância do Porto de Santa Rita do Paranaíba, hoje Itumbiara.
Para facilitar este trajeto, o Custódio Lemos do Prado construiu na margem do Rio Parnaíba, próximo a barra do Córrego da Ronda, diante da foz do Rio Saõ Jerõnimo, o Porto que por este fato foi denominado.
A vida difícil dos Rosa de Morais
Enquanto a maioria dos pioneiros optaram por áreas de campos abertos ou varjões para a criacao de gado, os irmãos Francisco Rosa de Morais, Maria Rosa de Morais e Porfírio Rosa de Morais ocuparam areas da região das Sete Lagias, sobretudo nas margen dos córregos Fundo e Grande, onde predominava o latosolo vermelho ou rioxo e a vegetaçao de cerradões ou mata atlãntica. Esta tambem foi a escolha dos conteporâneos de eocupação da região -a famlia Martins. A forma encontrada por estas familias para enfrentar as adversidade foi unirem-se como se fosse a mesma família.
O pioneiro Chico encontrou nas encostas do Paredão, sua companheria Ana Brígida Martins., filha de Brígida, uma ex-escrava que viera com o pionero Joao Crisóstomo de Oliveia, o primeiro explorador a chegar por estas bandas, que ocupou áreas próximas do Córrego Água Limpa, na região da Fortaleza.
Assim, Joaqum Pedro Martins casou-se com Maria Rosa, irmã do pioneiro Chico e mudou-se para um local a beira do Rio dos Bois, onde construiram o porto do Quinca Pedro.
Deste ponto interagiam com a sede onde moravam Chico e Aninha
Em legítima defesa do patrimônio conquistado
Muito se ouve falar de escaramuças com invasores de terras que chegavam de Minas e Sao Paulo para se instalarem em terras ja ocupadas pelo pioneiros da região.
O Córrego da Ronda tem este nome pela necssidade de se vigiar dia e noite suas margens, o que era feito sob comando do próprio Custódio Lemos
As familias do lugar iam se unindo para defender seus interesses. Assim, não era de se estranhar bravos descendentes dos Rodrigues, como os filhos da Cecilia, se juntassem com os do Chico Rosa para estes fins.
Muitas cousas se falam destas parcerias.
O pioneiro Chico Rosa na Cadeia de capital Goiás Velha
Em uma vagem com meu pai, tivemos que passar por um desvio, de Alvorada-TO para a capital velha de Goiâs. De tepente, meu pai padiu para ver a cadeia daquela cidade.
Foi aí que falou da prisáo seu avô Chico Rosa, em 1902, após uma condenação em Rio Verde. O velho teve que ir à pè, com outros condenados, escoltado por policiais que se deslocavam à cavalo.
Meu pai năo entrou em detalhes, pois não os conhecia, mas sabia que a condenaçâo foi devido a defesa de suas terras invadivas na região.
Por volta de 1914, Chico voltou da prisão. Sua esposa Animha tinha decidido distribuir suas terras para os filhos.
Benedito Rosa, um dos mais velhos liderou a reparticăo. Os irmãos Jovino e Josimo Rosa de Morais foram para terras a beira do rio dos Bois, onde já se encontrava a tia Maria Rosa e o Joaquim Pedro Martins. Zequinha Rosa foi sediado na regiao do Córrego da Pindaíba. Josina Rosa, que planejava se casar com o Sbastiao Ovidio Ribeiro, foi convencida a permanecer na antiga sede da família.
Para esta definicáo, Bendito Rosa de Morais contou com a ajuda do compadre João Antonio Barbosa com quem Chico Rosa deixou dinheiro e orientações para o caso de necessidade sua filha Josina, que o preocupava bastante. Ao tomar conhecimento do retorno de Chico, João Barbosa o procurou para prestar contas.
Chivo Rosa voltou doente da prisao. Viveu alguns anos com sua Aninha, mas veio a falecer em 1918.
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