Em 1982, uma avalanche de votos colocou fim ao regime militar, que ha 18 anos imperava no país. A oposição se uniu e o povo apoiou a luta pelas eleições diretas e pela volta da democracia. Acuados, os militares cederam. Em Goiás, elegeu-se Iris Rezende Machado.
Para a ALEGO, o movimento elegeu 27 das 41 vagas exixtentes.
O governadoer eleito mostrava as dificuldades deixadas pelo governador Ary Valadão, seu antecessor.
O TCE - Tribunal de Contas do Estado enviou para a apreciação dos deputados estaduais as contas do governador, com parecer pela aprovação, o que colocava uma pá de cal sobre os possíveis desmandos e irregularidades denunciadas na camapnha, que o povo aprovou.
O processo das contas foi distribuido pelo presidente da Comisão de Constituição e Justiça, deputado Moisés Abrão para ser relatado pelo deputado Angelo Rosa Ribeiro, que foi surpreendido com decisão.
Aquele processo tinha um peso enorme. Seria fácil jogar com a militacia de Iria Rezende, dando um parecer contrário.
Apõs aprofundar a discussão com minha assesra Elina Maria de Souza, vimos que o melhor era preparar um parecer que mostrasse a imposibilidade da aprovação por não ser possível verificar os fatos passados. Com certeza, as informações poderiam ter sido manipuladas, mas cabia ao TCE essa verificação. Como o parecer deste era pela aprovação, restava a opção de votar contra e criar uma crise com o orgão fiscalizador, que logo iria apreciar as contas do governador recem eleito.
Levamos a bancada a decisão, com imediata reação contra. Não vamos votar a favor deste processo, reragiram alguns parlamentares. Ficopu claro que o melhor seria sobrestar a teramitação do processo, para que os ânimos fossem serenados. Com o passar do tempo, viu-se qie o melhor seria aprovar as contas e encerrar o asunto.
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