terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

As contas do governdor Ari Valadão.


 Em 1982, uma  avalanche de votos colocou fim ao regime militar, que ha 18 anos imperava no país. A oposição se uniu e o povo apoiou a luta  pelas eleições diretas e pela volta da democracia. Acuados,  os militares cederam. Em Goiás,  elegeu-se Iris Rezende Machado. 

Para a ALEGO, o movimento elegeu 27 das 41 vagas exixtentes.

O governadoer eleito mostrava as dificuldades deixadas pelo governador Ary Valadão, seu antecessor, que  para inviabilizar o novo goveno  concedeu estabilidade para 50 mil serrvidores.

O TCE - Tribunal de Contas do Estado enviou para a apreciação dos deputados estaduais as contas do governador,  com parecer pela aprovação, o que colocava uma pá de cal sobre os  possíveis desmandos e irregularidades denunciadas na camapnha,  que o povo aprovou.

O processo das contas foi distribuido pelo presidente da Comisão de Constituição e Justiça, deputado Moisés Abrão para  ser relatado pelo deputado Angelo Rosa Ribeiro, que foi surpreendido com decisão.  

Apõs aprofundar a discussão com minha assesra Elina Maria de Souza, vimos que o melhor era preparar um parecer que  mostrasse a imposibilidade da aprovação daquelas contas, por não ser possível verificar os fatos passados. Com certeza, as informações poderiam  estar alteradas,  maquiadas, manipuladas, mas naquela altura dos fatos,  cabia  ao TCE essa verificação. Como o parecer deste  era pela aprovação, restava a opção de votar contra e criar uma  crise com o  orgão fiscalizador, que logo iria apreciar as contas do governador recem eleito.

Levamos  a bancada a decisão, com imediata reação contra. Não vamos votar a favor deste processo, reragiram alguns parlamentares. Ficopu claro que o melhor seria sobrestar a teramitação do processo,   para que os ânimos fossem serenados.  Com o passar do tempo, viu-se qie o melhor seria aprovar as contas e encerrar o asunto.



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