quarta-feira, 1 de abril de 2026

Recordaçoes do Josě Brasil

Em meados de 1960, o senhor José BonsOlhos ds Fonseca , vulgo Jose Basil,   com seus 70 amos, vivia na regiâo do Córrego Grande, nas Sete Lagoas.

Era um conhecdo e admirado trovador, que valorizava a riqueza , a patria, os benfeitores.  Entre versos sapateava, retorcia as pontas do bigode e ao terminar sua trova gritava vivas de contentemento. E todos os presentes, como em um rito,  apludiam e  tambem davam vivas.

Depois de  movo trago de uma boa cachaça, uma nova trova e mais aplausos.
 Era um tipo inusitado. Único por aquelas bandas.

 Sua cultura parecia ser a sulina, onde, os gauchos de fato, apreciam  trovas, sapateados e vivas como bem fazia o velho Josê Brasil. 



O menimo que estudava jornal

                                  
O senhor Manoel Bernardes era uma figura querida por todos. Por sua alegria, versatilidade, criatividade era um fora de serie da  época.

Em 1958, com 7 anos, conheci aquela interessante figura, que  fazia de tudo para animar seus amigos.

Bom violeiro, cantor, fazedor de graças para as criancas, imitando macacos e outros bichos. Manê era tambem mecânico,  ferreiro, funileiro e  inventor, como de um lampeão à querosene para equipar sua bicicleta. Sehundo ele, quanto mais corria mais iluminava e quando parava nas porteiras, continuava a  funcionar.

Amava jogar damas, baralho e até se arriscava no xadrês. Foi por isso que nos aproximamos.
Aprendi muito com ele, inclusive a vencê-lo. 

A vids nos separou por muiitos anos. Soube que votou comigo em disputas eleitorais que enfrentei. Ja velho volteii a encontrá-lo, em um hospital em Goiânia. Soube que estava muito mal e fui ao seu encontro.

Ao adentrar uma enfermaria, chamei por meu parceiro de dsmas. Ele levantou-se e chamou a atenção de todos os internos. Ola, gente!  Este ai era o menimo que estudava jornal, lá na roça, aos 7 amos de idade. Era diferente das outras crisncas.  que só queriam brincar. Foi estudar em Goiânia. Virou deputado e ajudava todo mundo. Claro que houve um excesso nos elogios. Porque ele continuava gentil e querendo agradar as pessoas.

A emoção daquele reencontro foi grande. Manoel disse que a visita melhorou sua saúde.  Prometi voltar logo, mas no segundo dia, jâ havia recebido alta médica.

Manoel Bernardes veio a falecer pouco tempo depois, mas deixou uma grata lembrança a todos qur assim o conhecerram.

A energia do Deus da chuva


         

 O presença dos fenômenos naturais que compõe uma chuva nos revelam a  presença de Deus.  

A chuva nos traz  paz, alegria e esperança de um futuro melhor.  A chuva representa  a vida, como o sol,  para toda criação de Deus. 

 A energia de Deus pode ser notada na formação dos ventos, nos clarões dos relâmpagos, nos sons dos trovões e nas mudanças  agradávelis da atmosfera em uma chuva.

 Experimente os arrepios da captação desta fantástica energia de Deus ao levantar os seus braços para o céu. Voce se sentirá tomado de  grande emoçáo e estará cheio da forca de Deus.