segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Procurava pessoas de cabeças brancas para conversar sobre uma referência histórica de Quirinópolis. 
Entre centenas de fiéis ninguém presenciou aalal mudança do Cruzeiro centenário que existia do lado esquerdo da velha matriz para um novo local

segunda-feira, 6 de julho de 2026

GO-319 - alegria em espírito do Chico Preto, nosso saudoso pai


Na década de 60,  o então candidato a prefeito,   João Hércules.  - pediu apoio ao senhor Francisco Rosa Ribeiro, o Chico Preto,  que, na época , era comercante e influente lider na região das Sete Lagoas,  Em troca,  Chico Preto exigiu a abertura de 16 km de rodovia. pelo meio da mata,  no espigão  da fazenda do Sr Benedito Rosa,  em linha reta, entre o Tocozinho e o Córrego Grande, fugindo dos gargalos e atoleiros da antiga estrada boiadeira, até então usada

 Eleito, o prefeito João Hércules (1961-1965),  cumpriu a promessa e abriu uma estrada com 12 m de leito,  e reabriu a estrada antiga,  até a Castelândia. 

 Para dar apoio  ao maquinista Natão e ao seu ajudante, o Chico Preto comprou uma camionete,  com a qual levava comida  e  os transportava  nos finais de semana para Quirinópolis. Foram 90 dias de serviço. Em 1966,  Chico Prero foi eleito vereador, sem remuneração, em Quiirnópolis.

A historfia se repetiu, depois de 30 anos de luta, com nosso apoio ao candidato Anderson de Paula,  para prefeito. Ele nos garantiu que eleito , se fosse preciso, pousaria na porta do Palácio,  para que o governador Ronaldo Caiado realizasse esse sonho de Quirinopolis. Eles  estão  executando a obra.

O saudoso Chico  Preto,  com certeza,  vibra em alma, como todo nós,  pela realização deste sonhado benefício.







quarta-feira, 1 de abril de 2026

Recordaçoes do Josě Brasil

Em meados de 1960, o senhor José BonsOlhos ds Fonseca , vulgo Jose Basil,   com seus 70 amos, vivia na regiâo do Córrego Grande, nas Sete Lagoas.

Era um conhecdo e admirado trovador, que valorizava a riqueza , a patria, os benfeitores.  Entre versos sapateava, retorcia as pontas do bigode e ao terminar sua trova gritava vivas de contentemento. E todos os presentes, como em um rito,  apludiam e  tambem davam vivas.

Depois de  movo trago de uma boa cachaça, uma nova trova e mais aplausos.
 Era um tipo inusitado. Único por aquelas bandas.

 Sua cultura parecia ser a sulina, onde, os gauchos de fato, apreciam  trovas, sapateados e vivas como bem fazia o velho Josê Brasil. 



Mané Bernado - mecânico de bicicletas, humorista, violeiro e amigo das crianças das Sete Lagoas

                                  
O senhor Manoel Bernardes era uma figura querida por todos. Por sua alegria, versatilidade, criatividade era um fora de serie da  época.

Em 1958, com 7 anos, conheci aquela interessante figura, que  fazia de tudo para animar seus amigos.

Bom violeiro, cantor, fazedor de graças para as criancas, imitando macacos e outros bichos. Manê era tambem mecânico,  ferreiro, funileiro e  inventor, como de um lampeão à querosene para equipar sua bicicleta. Sehundo ele, quanto mais corria mais iluminava e quando parava nas porteiras, continuava a  funcionar.

Amava jogar damas, baralho e até se arriscava no xadrês. Foi por isso que nos aproximamos.
Aprendi muito com ele, inclusive a vencê-lo. 

A vids nos separou por muiitos anos. Soube que votou comigo em disputas eleitorais que enfrentei. Ja velho volteii a encontrá-lo, em um hospital em Goiânia. Soube que estava muito mal e fui ao seu encontro.

Ao adentrar uma enfermaria, chamei por meu parceiro de dsmas. Ele levantou-se e chamou a atenção de todos os internos. Ola, gente!  Este ai era o menimo que estudava jornal, lá na roça, aos 7 amos de idade. Era diferente das outras crisncas.  que só queriam brincar. Foi estudar em Goiânia. Virou deputado e ajudava todo mundo. Claro que houve um excesso nos elogios. Porque ele continuava gentil e querendo agradar as pessoas.

A emoção daquele reencontro foi grande. Manoel disse que a visita melhorou sua saúde.  Prometi voltar logo, mas no segundo dia, jâ havia recebido alta médica.

Manoel Bernardes veio a falecer pouco tempo depois, mas deixou uma grata lembrança a todos qur assim o conhecerram.

A energia do Deus numa chuva


         

 O presença dos fenômenos naturais que compõe uma chuva nos revelam a  presença de Deus.  

A chuva nos traz  paz, alegria e esperança de um futuro melhor.  A chuva representa  a vida, como o sol,  para toda criação de Deus. 

 A energia de Deus pode ser notada na formação dos ventos, nos clarões dos relâmpagos, nos sons dos trovões e nas mudanças  agradávelis da atmosfera e na transformação das culturas e plantações  após  uma sagrada chuva.

 Experimente os arrepios da captação desta fantástica energia de Deus ao levantar os seus braços para o céu. Voce se sentirá tomado de  grande emoçáo e estará cheio da forca de Deus.