A presidente Dilma agora
quer paz e amor pelo futuro do Brasil. Eleita, ela necessita disto,
mas não pensou antes, que precisava disputar com ética e
respeitar as lideranças políticas nacionais, mesmo que de oposição,
e principalmente ao povo brasileiro. Pelo contrário, atuou como
oposição inconsequente, tomou as iniciativas para baixar o nível
da campanha, mentiu, referiu-se ao competidor como drogado, batedor
em mulher, abusou da desconstrução de valores pessoias e da
intolerância. Enfim, protagonizou a mais vil campanha da história
desta república.
Infelizmente, isto deixa
marcas que não se desfazem facilmente. Atirou muitas farpas, ficarão
farpas pelo campo espalhadas. O tom dos debates de agora em diante
estarão mais exaltados. A reação popular, como se observa nas
redes sociais, estará no nivel da campanha. Numa pragmática análise
do quadro político atual, verifica-se que precisarão muito mais do
que palavras da presidente, mas provas de boa vontade, generosidade e
condutas pautadas na correção ética para ajudar a fechar
cicatrizes.
O Brasil dividido
precisará de reconciliação e de ações emergenciais, não só no
campo social, mas para todas as áreas de atividades: economia,
educação, saúde, segurança, infra estruturas e principalmente de
combate a corrupção que toma conta das suas organizações
públicas. Se isso não ocorrer, logo, logo, a população não
aguentará a carga dos desmandos e não haverá recursos para o
número crescente da demanda por bolsas famílias e outros programas
sociais.
Portanto, para evitar o
pior, como a volta âs ruas, seria bom que a presidente pedisse
desculpas a nação pelo mau exemplo da campanha. Busque recuperar a
credibilidade com a mudança de rumos do governo para devolver a
esperança e vencer o desânimo que toma conta dos brasileiros. Sem
demora, será preciso dar um jeito de colocar o país de pé para que
seus agentes econômicos ativos voltem a empreender, produzir e
prosperar.
Não será tarefa fácil,
mas o caminho é por aí.
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